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Um dos assuntos discutidos na reunião do Conselho Municipal de Saúde, foi com relação ao caso do bebê que nasceu morto – Thaisa Moraes

Um dos assuntos discutidos na reunião do Conselho Municipal de Saúde, realizada na segunda-feira, dia 2, na Sala de Licitações da prefeitura, foi com relação ao caso do bebê que nasceu morto na Santa Casa de Bariri.

O presidente do conselho, Rodrigo Zanuto de Oliveira, afirma que deveria ter sido requisitado laudo necroscópico junto ao Instituto Médico Legal (IML) para que fosse apurada a causa da morte do menino.

Segundo ele, apenas o atestado de óbito não seria suficiente para determinar os motivos que levaram o bebê a morrer.

Presente ao encontro, a diretora municipal de Saúde, Irene Chagas Rangel, relatou que o médico responsável pela cesárea, Luiz Eduardo Rodrigues de Almeida, foi afastado das funções pelo prefeito Francisco Leoni Neto (PSDB).

Também na reunião, os membros do conselho solicitaram à diretora um plano de ação em relação ao coronavírus. Até o início da semana havia 11 casos suspeitos da doença sob investigação em seis cidades da região.

Outra questão discutida foi o afastamento não remunerado de enfermeira da rede municipal. De acordo com Oliveira, a medida não deveria ter sido tomada porque justamente no período havia ausência de profissional na Estratégia Saúde da Família (ESF) 1, situada no Bairro do Livramento.

Por alguns dias determinados procedimentos deixaram de ser realizados na unidade de saúde. A situação voltou ao normal quando houve remanejamento de enfermeira para a ESF 1.

No encontro de segunda-feira, dia 2, foi informado que a ex-diretora de Saúde Angélica Fanti Moço está atuando como enfermeira da ESF 2, localizada na Rua Padre João Eid.