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Fevereiro Laranja promove conscientização sobre leucemias

5 fev, 2020

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HAC é referência no tratamento de leucemias e doenças no sangue

 

Fevereiro é o mês de conscientização e combate da leucemia. A campanha, que ganha a cor laranja, alerta sobre os principais tipos da doença que atinge cerca de dez mil pessoas ao ano no País, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA).

A leucemia é um tipo de câncer que afeta o sangue, especificamente os glóbulos brancos, que passam a se produzir de forma descontrolada. As células tumorais se acumulam na medula óssea, onde o sangue é produzido, prejudicando a produção das células normais e as defesas do organismo.

Existem mais de 12 tipos de leucemia, sendo as mais comuns a leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia mieloide crônica (LMC), leucemia linfocítica aguda (LLA) e leucemia linfocítica crônica (LLC).

“As leucemias crônicas, algumas vezes, podem ter início sem apresentar sintomas e acabar sendo detectadas em algum exame de rotina. Já as leucemias agudas têm um início mais abrupto e o paciente pode apresentar fraqueza, sangramento e febre”, comenta o médico hematologista do setor de Transplante de Medula Óssea (TMO) do Hospital Amaral Carvalho (HAC), Iago Colturato.

O profissional ressalta que a campanha é importante para que a população saiba sobre a leucemia que, devido aos seus sintomas, pode ser confundida com doenças infecciosas como dengue ou pneumonia.

Tratamento

O médico salienta que há diferentes formas de tratamento, a depender do tipo de leucemia, como medicamentos orais, quimioterapia convencional, anticorpos monoclonais e terapias alvo, com medicamentos que atacam especificamente as células cancerígenas. “Tudo depende das condições do paciente e do subtipo da doença”.

Em alguns casos, como o do Ronaldo César Camassola, o transplante de medula óssea é a única opção. “Eu não queria ficar a vida toda tomando remédios. Minha irmã era 100% compatível comigo, não podia deixar essa chance passar”, conta o comerciante de 39 anos, morador de Bariri.

O procedimento foi realizado em janeiro de 2005. Hoje, 15 anos após o transplante, Camassola só comemora. “Na época, os médicos comentaram que possivelmente não poderia ter filhos. Neste ano, meu filho completa oito anos. E sigo assim, trabalhando, correndo, pedalando, cuidando do meu pequeno. Vida normal! Lembro da doença, mas só com um sentimento de vitória.”

Comerciante de Bariri Ronaldo Camassola com o filho Rafael: vida normal após transplante de medula óssea

Foto: Divulgação

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