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Entrar nos aplicativos de entrega é uma das grandes alternativas para pequenas e médias empresas de culinária – Divulgação

Devido à pandemia do novo coronavírus, o governo de SP decretou a fase emergencial, que mantém o fechamento de bares, restaurantes e outros negócios do ramo alimentício com a finalidade de evitar aglomerações.

Como a venda de alimentos é considerada serviço essencial, esses lugares podem funcionar com o atendimento de retirada do produto. Por isso, reinventar é preciso para, assim, continuar funcionando.

Uma das grandes alternativas para pequenas e médias empresas de culinária, que ainda não haviam utilizado a tecnologia a seu favor, é entrar nos aplicativos de entrega. Dessa forma, elas podem ampliar a região de atendimento e aumentar a clientela. No entanto, esse caminho também é uma forma de negócio bem interessante até para aqueles que não possuem um espaço físico fixo.

E, além do delivery, também existem outras saídas para o prato chegar até o cliente, como o take away e o drive-thru, por exemplo. Detalhe: nessa fase emergencial – até o dia 30 de março – o serviço take away não é permitido.

Você sabe qual a diferença, as vantagens e as desvantagens entre esses serviços? Em qual deles o seu negócio mais se encaixa, caso ainda sua cidade não esteja na fase amarela? Ou melhor, se você está abrindo uma empresa domiciliar e precisa de alternativas baratas para alcançar mais pessoas, fique de olho nessas três opções de entrega.

 

Delivery

 

Esse serviço de entrega já era comum antes da pandemia e acabou se popularizando ainda mais durante a quarentena. O pedido é feito remotamente, por aplicativos, mensagens no WhatsApp ou telefone, e a entrega é feita, geralmente por motoboys, até o local em que o cliente está. Nesse caso, é cobrada uma taxa de entrega do cliente.

O delivery precisa de embalagens de viagens e de algum funcionário que fique na parte da separação e rotulagem de produtos para que não haja confusão nos pedidos. O pagamento pode ser feito tanto no próprio aplicativo, quanto no ato da entrega. Lembrando que os aplicativos podem ser terceirizados – como iFood, UberEat, entre outros – ou por um software próprio do restaurante.

Uma desvantagem de contratar ferramentas terceirizadas é o fato que a relação cliente-restaurante se torna mais impessoal. A vantagem é que você não vai precisar lidar com uma equipe própria e ou ir atrás de alguém que seja de sua extrema confiança. Já que lidar com comida é algo delicado, não é mesmo?

O delivery é uma maneira bem interessante de ampliar a região que seu negócio atende e conquistar clientes espalhados pela cidade que, antes, estariam restritos próximos a seu local.

 

Drive-Thru

 

É bem grande a diferença entre delivery e drive-thru! O segundo é um serviço muito comum em redes de fast food, no qual o cliente vai até com o veículo e, sem sair dele, faz e retira o pedido para levar embora. Geralmente o local tem um espaço para que os carros possam ficar em fila, enquanto um funcionário fica disponível para anotar e entregar os pedidos. Portanto, essa opção precisa de um investimento logístico, o que dificulta para negócios caseiros, por exemplo.

Nesse estilo de atendimento, é preciso uma equipe rápida e preparada, para não ficar uma fila enorme de veículos. No entanto, é uma ótima alternativa para a sua empresa não ficar parada durante a fase vermelha da quarentena, no qual bares e restaurantes são proibidos de deixar que clientes consumam no local.

 

Além disso, o drive-thru é econômico para o dono do negócio, já que o cliente vai até o local fazer o pedido, portanto, há menor margem de erros. Além, claro, de poupar com as taxas do delivery.

 

Take Away

 

O take away é a melhor alternativa para os donos de negócios pequenos, como lugares que vendem lanches, cachorros-quentes ou bolos, e que não possuem um espaço físico fixo, ou seja, geralmente são feitos na cozinha de casa. Na fase emergencial do Plano SP não está permitida.

Como funciona? O cliente faz o pedido, que pode ser por telefone ou WhatsApp, e a entrega é feita, normalmente, em um balcão específico. A comida é consumida em outro local. Para isso, é necessário embalagens de viagens e uma pessoa que faça a separação e rotulagem, assim tudo fica organizadinho e sem erros na hora da entrega.

Como o cliente vai até o local para retirar, esse serviço sai mais em conta para o dono no negócio, já que não precisa de motoboy. Porém, é preciso que o preparo seja mais rápido que o de delivery, já que o cliente está no local aguardando – ou pelo menos que seja combinado um horário aproximado para a retirada do produto.

 

Fonte: Terra