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Mozart Marciano relata que somente com o custeio mensal há déficit de R$ 120 mil – Arquivo/Candeia

 

O gestor geral da Santa Casa de Bariri, Mozart Marciano, diz que a manutenção do hospital e do pronto-socorro da unidade de saúde, na atualidade, é inviável do ponto de vista financeiro. “A realidade é que o hospital é deficitário quando se leva em consideração apenas o custeio diário das atividades”, diz o gestor.

Segundo ele, apenas para a manutenção do atendimento de urgência e de internações há déficit mensal de R$ 120 mil. As receitas do hospital são do Sistema Único de Saúde (SUS), no montante de R$ 230 mil por mês, e da prefeitura, da ordem de R$ 400 mil mensais.

Além disso, há passivo com dívidas deixadas até dezembro de 2020, por exemplo, com a CPFL Paulista (energia elétrica), fornecedora de gases medicinais e ausência de recolhimento de FGTS e INSS.

Para quitar essas dívidas seria necessário empregar R$ 100 mil por mês por período superior a dois anos. Estão nessa conta débitos com fornecedores, dívidas trabalhistas etc.

A gestão do hospital pretende realizar audiência pública para discutir a situação da Santa Casa e quais as possibilidades de manutenção do atendimento.

Mais informações na edição impressa do Jornal Candeia deste sábado, 13.