
Os vereadores Aline, Daniel e Paulo assinaram os requerimentos cobrando informações sobre a situação e eventuais providências em relação à creche e à escola (Alcir Zago/Candeia)
Na primeira sessão ordinária de 2026 do Legislativo baririense, realizada segunda-feira (7), os vereadores Aline Mazzo Prearo (Republicanos); Daniel de Oliveira Rodrigues (PP) e Paulo Fernando Crepaldi (PSB) questionaram a situação precária de prédios escolares.
O questionamento foi dirigido ao prefeito Airton Luís Pegoraro (Avante), através da Diretoria de Educação e diz respeito à Creche Carmem Sola Modolin Aquilante e à Emef Profª Joseane Bianco. Eles abordaram o tema em três requerimentos aprovados durante a sessão e na Palavra Livre.
Eles relatam que irregularidades foram constatadas durante visita ‘institucional e de escuta’ realizada nas duas unidades escolares, com a presença da diretora de Educação, Cinira Moreira Giaconi Mazotti, do diretor de Agricultura e Meio Ambiente, Edson José Longo Filho e das equipes gestoras.
As visitas foram retratadas através das redes sociais e, segundo os vereadores, no ato obtiveram compromisso dos diretores de que medidas e providências saneadoras seriam tomadas. Mesmo assim, acharam por bem apresentar os requerimentos para que as informações – e eventual cronograma de serviços – fossem oficializados e documentados.
A Creche Carmem funciona de forma provisória no imóvel denominado “Espaço Amigo”, no Jardim Santa Helena. De acordo com relato dos vereadores, no local há inadequações estruturais e operacionais, em especial relacionadas à ventilação, temperatura e segurança sanitária.
Entre os serviços necessários no local, os vereadores citam a limpeza do forro, substituição de ventiladores queimados, aquisição de aparelhos de ar-condicionado; o fim das goteiras no berçário 1, em período de chuvas; e a limpeza e roçagem de pracinha existente nos fundos da creche.
Em relação à Escola Joseane, que em 2026 inicia projeto piloto de escola em período integral, os vereadores também relatam série de precariedades como janelas que nunca puderam ser abertas desde a inauguração, impedindo ventilação adequada; carteiras danificadas; forro incorreto no refeitório; necessidade de ampliação de cozinha e despensa; iluminação insuficiente interna e externa; infiltrações e vazamentos no interior da escola; e a falta de medidas físicas e estruturais que impeçam a presença de pombos e suas fezes corrosivas.
Entre as informações e providências solicitadas ao Executivo estão situação jurídica, administrativa e laudo técnico que ateste a adequação para atendimento das crianças; plano e cronograma de serviços; previsão de aquisição de novos equipamento; o destino dos recursos obtidos com emendas impositivas; e medidas para assegurar condições adequadas de trabalho aos servidores.
Conforme a legislação, o prefeito e os diretores municipais têm 10 dias para responder aos questionamentos.
























