
Contadora Zilta de Cássia Silvestre Calegari conduziu audiência pública: projeto será encaminhado ao Legislativo para discussão e votação (Alcir Zago/Candeia)
A prefeitura de Bariri estima para o ano que vem receita de R$ 164 milhões. O montante é 3,74% superior ao que foi previsto para o atual exercício financeiro (R$ 158,1 milhões).
Os números foram apresentados em audiência pública realizada no dia 30 de outubro na Sala de Licitações do Paço Municipal 16 de Junho. O documento diz respeito à Lei Orçamentária Anual (LOA), que será remetida ao Legislativo para discussão e votação.
Segundo a contadora Zilta de Cássia Silvestre Calegari, a estimativa para 2023 não deverá ser atingida. O motivo é que há queda na arrecadação geral, especialmente Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Para 2024, o cenário também é incerto.
Em relação às despesas, os dois setores que mais têm gastos são Educação e Saúde. No caso da Educação, o montante previsto para o ano que vem é de R$ 67,5 milhões, 12,3% a mais que o estimado para 2023 (R$ 60,1 milhões).
Na Saúde, a prefeitura deve injetar R$ 39,3 milhões, praticamente a mesma quantia deste ano (R$ 39,1 milhões).
Uma novidade em relação à LOA anterior é que houve a criação da Diretoria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, conforme projeto encaminhado pelo Executivo e aprovado pela Câmara de Vereadores.
Outra alteração é a criação, dentro do Programa de Governo, do Fomento ao Ensino Superior e Profissional, que antes estava vinculado à Diretoria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Trata-se basicamente da manutenção da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Vunesp).
Zilta diz que a prefeitura abriu, em sua página eletrônica, a participação popular na elaboração da LOA. Oito pessoas encaminharam sugestões, a maioria para instalação da luminárias de LED no município.
























