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Alcir Zago

A Justiça de Bauru condenou o ex-prefeito de Bariri Paulo Henrique Barros de Araujo, 35 anos, a onze anos e três meses de reclusão em regime inicial fechado pelos crimes de estupro de vulnerável e cárcere privado contra menor de 18 anos. Ele foi absolvido de outra acusação, pela Justiça de Bariri (confira no box).
A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público (MP) após ele ter sido preso no dia 21 de abril do ano passado em Bauru, acusado de ter estuprado uma menina de 8 anos.
Cabe recurso dessa decisão. O advogado de Paulo Araujo, Eduvaldo José Costa Junior, diz que não poderia se manifestar sobre o caso porque ainda não tinha sido notificado da decisão judicial.
Naquela ocasião, a Polícia Militar (PM) deteve o ex-prefeito, que foi encaminhado à Delegacia Seccional de Bauru. Na manhã de 22 de abril de 2018 audiência de custódia no Fórum de Bauru converteu a prisão em flagrante em preventiva. Em razão desse caso, ele está preso na Penitenciária de Tremembé.
O boletim de ocorrência registrado em Bauru menciona estupro de vulnerável às 10h40 do dia 21 de abril de 2018 no Núcleo José Regino contra uma menina de 8 anos.
Segundo o documento, a garota foi arrebatada por Araujo, mas conseguiu fugir do veículo quando o automóvel ficou atolado numa vala em local ermo.
A PM soube do caso por volta das 9h. Houve solicitação de que uma criança havia sido raptada por um homem de barba que estava em um veículo GM Onix na cor preta, com placa final 0507.
Os policiais foram ao local e deram voz de prisão a Araujo. Posteriormente, a Câmara de Bariri cassou o mandato do vereador, que ocupava interinamente o cargo de prefeito da cidade.

Paulo Araujo é absolvido em Bariri

A Justiça de Bariri absolveu Paulo Henrique Barros de Araujo do crime de satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente.
A denúncia criminal foi feita ao Judiciário no fim de maio de 2018. Para o Judiciário, a absolvição ocorreu por não existir prova suficiente para a condenação.
O advogado de Paulo Araujo, Eduvaldo José Costa Junior, diz que como não houve recurso do Ministério Público (PM), a sentença deve transitar em julgado.
A acusação é que no dia 18 de abril de 2018 o ex-prefeito teria abordado estudante de 9 anos nas proximidades do Jardim Maria Luiza, em Bariri, e mostrado o órgão genital para ela.