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Rodrigo Pereira Alves responde pelos crimes de estupro, latrocínio e ocultação de cadáver – Divulgação

Acusado dos crimes de estupro, latrocínio e ocultação de cadáver, Rodrigo Pereira Alves continuará preso preventivamente, conforme decisão da Justiça.
Os delitos foram cometidos no fim de setembro do ano passado contra a estudante Mariana Forti Bazza.
Alves foi preso no dia 25 de setembro de 2019 e até o momento passou por uma audiência de instrução em Bariri. Houve forte aparato policial para impedir que o réu fosse agredido.
Pesaram na manutenção da prisão a vida pregressa do réu e sua folha de antecedentes criminais. Caso ele fosse colocado em liberdade representaria perigo à sociedade.
Mariana desapareceu na manhã de 24 de setembro após sair de academia que frequentava, na Avenida José Jorge Resegue (Avenida do Lago).
Câmeras de segurança e uma foto tirada por ela de um homem que ofereceu ajuda para trocar um pneu furado levaram a polícia até Alves.
O veículo foi dirigido pela jovem a uma chácara em frente da academia, onde ele fazia bico como pintor.
Após fugir da polícia, o suspeito foi preso à noite em Itápolis. O carro da estudante, um VW de cor preta, estava naquela cidade.
Alves negou que tivesse praticado o crime, mas indicou o local onde o corpo de Mariana estava (distrito de Cambaratiba, que pertence ao município de Ibitinga).