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Francisco Leoni Neto – “Estamos num trabalho e não é hora de parar, mas de continuar. Mudança não significa melhoria, mas pode ser um problema sério”

O prefeito de Bariri, Francisco Leoni Neto (PSDB), disputa neste ano sua sétima campanha para prefeito. Na entrevista concedida ao Candeia anteontem (5), no auditório da Associação Comercial e Industrial de Bariri (Acib), ele defende a continuidade da gestão à frente da prefeitura. Um dos argumentos utilizados por ele é que o atual mandato não foi completo, já que assumiu o governo em julho de 2018, após a realização de eleições suplementares. Neto Leoni é o quarto e último entrevistado pelo Candeia na série com os candidatos a prefeito de Bariri, definida por sorteio. A entrevista na íntegra pode ser conferida na página do Facebook do Candeia a partir das 10h deste sábado (7).

 

Candeia – Você contraiu o coronavírus e ficou hospitalizado por mais de 20 dias. Como está sua recuperação?

Neto Leoni – Queria falar da minha alegria de estar aqui. Acho que sou a pessoa mais alegre hoje, de ter passado pelo que passei, de estar superando a doença e estar aqui. Em primeiro lugar, a vida e a saúde, não só a minha, mas de todo ser humano que a gente gosta. Queria agradecer ao Jornal Candeia pela iniciativa, à Acib por estar nos recebendo. Lembro que no primeiro mandato fiz a doação da área para construção da atual sede da Acib. Queria agradecer a Deus por tudo o que nos deu nessa vida, mas especialmente por esse momento. Para quem nunca havia ficado doente e internado, passei 24 dias no hospital, sendo três dias na nossa Santa Casa, onde fui bem atendido, assim como outras pessoas. Todo caso grave é transferido e isso não acontece somente com o prefeito. Meu caso foi grave e ainda expira alguns cuidados, mas estou bem melhor. A cabeça não parou de funcionar um só momento, tanto que diariamente trabalhei na Santa Casa e no hospital onde fiquei em Bauru. Meus pulmões ficaram muito comprometidos, quase 80%. Havia riscos de morte e o caso era sério. Os exames eram muito ruins. O médico disse no último dia que o que me manteve foi ter uma vida relativamente saudável, mas o mais importante foi a cabeça. Fica aqui a dica: sempre pensamento positivo e sempre coisas boas. Nunca pensar em coisas ruins. Agradeço a Deus e agradeço muito às orações que foram feitas, as igrejas, os padres, os pastores, a comunidade de um modo geral. Recebia uma infinidade de mensagens todo dia. Ainda bem que não fui entubado, senão a gente fica “fora” e sai de órbita. Agora estou bem e falta recuperar o fôlego. Tenho ido limitadamente à prefeitura, mas o expediente está em ordem e já consigo fazer alguma atividade de campanha. Enquanto os outros candidatos fizeram a campanha toda, estou fazendo só a reta final. Não posso andar muito, por isso estou indo num jipe. Estou fazendo as visitas e gostaria de agradecer esse calor humano maravilhoso da população de Bariri, que nos recebe muito bem, com sorriso. Muito obrigado Bariri e muito obrigado a todos que oraram para a gente.

 

Candeia – Por que decidiu se candidatar a prefeito de Bariri? Esta é sua sétima campanha para prefeito…

Neto Leoni – Vou fazer uma breve retrospectiva. Tudo na vida que é feito naturalmente flui melhor e tem resultado melhor. As coisas impostas e forçadas são ruins. Percebo que, hoje, muita gente que entra na política força a barra, avança, dá o passo maior que a perna, tem pretensões, às vezes ganância, talvez queira o cargo por algum motivo que não seja o de servir à população. Nunca pensei em ser prefeito da cidade e nunca me convidei para ser. Fui convidado por um grupo de pessoas em 1995, há 25 anos. Era advogado formado e estava trabalhando, indo muito bem na minha profissão e indo muito bem na outra atividade, que é a música. Um grupo de pessoas viu em mim alguém que poderia contribuir e dar um novo destino na política naquele momento. Há momentos em que é bom mudar e outros não. Aquele era um momento em que seria bom mudar. Na eleição de 1996 participamos e não fomos os vitoriosos, mas me sinto um vitorioso naquela eleição. Foi um bom teste e nosso nome foi bem recebido. Talvez naquele momento eu não estivesse preparado. Aí me preparei para a eleição seguinte, que foi a maior vitória eleitoral que Bariri já teve. Não falo isso para me vangloriar, mas porque a população mostrou sua vontade. E correspondemos a essa vontade. Quando entrei na política a primeira coisa que disse foi que a palavra ‘promessa’ estava abolida do meu dicionário, mas sim assumir compromissos que eu pudesse cumprir, sem enganação. Política não é um momento diferente da vida, mas um momento como outro qualquer, em que se deve ter respeito, educação, verdade, sinceridade. Naquele momento, em 2000, em que ganhamos, viramos a página, porque há muito tempo havia uma briga política que não era saudável para o município. Mudou muita coisa de lá para cá. Mesmo eu estando há mais tempo na política do que os outros é porque fazemos a boa política. Nem sempre a mudança e a novidade são o melhor. Às vezes sim e às vezes não. O que interessa é o que é melhor para a cidade, independentemente de ser uma continuidade do trabalho ou uma mudança de trabalho. De lá para cá fui reeleito em 2004 e fizemos o sucessor em 2008. Em 2012 perdi a eleição. A gente não ganha tudo na vida, que é feita de vitórias e derrotas. A gente aprende muito na derrota. Quando perdi, reciclei, pensei, mas voltei a ser candidato em 2016.

 

Candeia – Nessa derrota você pensou em desistir da disputa política?

Neto Leoni – Sim. Tenho profissão e não vivo da política. Poderia tomar meu rumo e talvez para mim, pessoalmente, fosse mais saudável. Teria uma vida mais tranquila, sem estresse, sem cobrança, sem xingamentos, porque não agradamos a todos. Tem quem gosta da gente e tem quem não gosta. Se nem Jesus Cristo agradou a todos, quem sou eu para agradar. Tenho a consciência tranquila de que faço as coisas e coloco a cabeça no travesseiro e durmo. Um amigo disse que na política não é só sua vontade que prevalece, é a vontade que vem de fora para dentro: é o carinho das pessoas, aqueles que acreditam em você, que dependem de você, que esperam alguma coisa. Fizemos tantas coisas boas para tanta gente. Voltei por um tipo de clamor. Em 2016 ganhamos as eleições, mas deu aquele problema, que prejudicou bastante porque tivemos meio mandato. Não governei quatro anos, mas dois anos. A administração pública é cheia de amarrações, de trâmites, não é na velocidade da nossa vontade particular. Na administração temos de seguir regras, e as coisas demoram. Somos criticados porque o asfalto está demorando, mas não é culpa do prefeito. Ninguém tem mais prazer do que a gente em executar uma obra. Hoje seria mais simples dizer que não iria participar da disputa, mas e a responsabilidade que temos com a cidade e com muitas pessoas que acreditam e confiam na gente? Confio no meu trabalho e sei das minhas boas intenções. A política é muito mal vista no País. Muita gente torce o nariz quando vê político porque assiste coisas horrorosas na televisão. Pensa que também acho bonita a política do nosso País? Também não acho, só que sei das minhas boas intenções, do que quero fazer pela cidade e pelas pessoas. A política é uma necessidade. Adquiri experiência, conhecimento, relacionamento excelente com quem pode ajudar a cidade. Sei que posso contribuir com a cidade. Acredito que hoje eu seja a pessoa que mais pode contribuir. Peguei a pior fase, com crise econômica que vinha de anos, crise municipal, com um monte de problemas em Bariri, sem continuidade e segurança no trabalho. Agora que conseguimos resolver e apresentar resultados, vamos interromper simplesmente um trabalho? A pandemia estraçalhou com empresas, com pessoas, falta de emprego. Não está gerando emprego hoje, e não está gerando quase que em lugar nenhum. Precisamos preparar Bariri para o período pós-crise. As pessoas precisam tomar mais cuidado com o que falam e um pouco de respeito. Às vezes são mal orientadas. É preciso tomar cuidado com o que é falado para não ofender. Política não é ataque, não é inimizade. São propostas e confiança e credibilidade de cada um. Tenho orgulho do meu pai, que já faleceu, e da minha mãe. Tive berço. O ensinamento número um que me deram é a honestidade. Trago isso para a minha profissão de advogado, para o meu dia a dia com as pessoas e para a política também. Não tenho envolvimento em nada, tanto que sou candidato a prefeito.

 

Candeia – Caso seja reeleito, qual a prioridade do seu governo na área de desenvolvimento econômico?

Neto Leoni – Ao contrário do que falam, temos um excelente contato com todas as empresas da cidade. Vimos a dificuldade de cada uma nessa época de pandemia e ajudamos com isenção de taxas, de concessão de uso. Muita gente não sabe disso, mas ajudamos muitas empresas a ficarem de portas abertas e não demitirem ou demitirem o mínimo possível. Quando se fala de emprego, muitas pessoas não pensam nas empresas que estão aí, mas em novas empresas. Fizemos muitos contatos, mas a crise econômica e depois a pandemia interromperam os investimentos. Temos um programa interessante, que é a ajuda de custo de aluguel. Todos os imóveis da prefeitura estão cedidos para as empresas. As áreas que tínhamos, que eram poucas, já licitamos e vendemos de forma facilitada. Não temos mais áreas e se a empresa quer se instalar acaba havendo uma disputa entre as cidades. Precisamos de mais áreas e já detectamos vários locais na cidade. Há um terreno às margens da SP-304, com expediente aberto e com avaliação. Como o proprietário tem débito com o município, facilitaria a negociação. Aí teríamos o terceiro pólo industrial em local estratégico. O segundo passo é a partir do ano que vem reservar no orçamento do município mais recursos para comprarmos a área. Com o terreno na mão para negociar, garanto que haverá resultado. Isso sem contar as empresas que estão no pólo já existente ampliando os negócios. A Nostro Sapore no ano que vem deve iniciar as atividades. Recentemente recebemos a Pluma, que veio por conta própria, mas a prefeitura ajuda. Praticamente todas as empresas, umas mais, outras menos, recebem um suporte da prefeitura. Quem visita Bariri, gosta da cidade. Não trouxe a Frisokar para Bariri, mas fui o prefeito que mais ajudou essa empresa a crescer. Estamos presentes e junto dos empresários.

 

Candeia – O que mais preocupa na Saúde hoje é a situação da Santa Casa, principalmente por causa de bloqueios judiciais que retiram dinheiro do hospital. Como resolver isso?

Neto Leoni – A intervenção não foi feita de maneira errada, porque só tinha um jeito de fazer. Dizem que poderia ser feita em outro CNPJ, mas que outro? Não dá para simplesmente criar um CNPJ e já funcionar uma Santa Casa. Ela tem registros no Ministério da Saúde, há recursos vinculados que dependem de aprovação. Não é simplesmente criar uma nova entidade. Fizemos a intervenção no CNPJ da matriz. O que aconteceu é que a outra entidade se apossou da Santa Casa e criou outros CNPJs, de filiais e projetos em outros municípios e deu toda aquela confusão. A Santa Casa estava para fechar, com médicos, funcionários e pacientes descontentes, greve. Ou a gente tinha a coragem de fazer o que ninguém fez antes e fazer a intervenção ou a Santa Casa estaria fechada. Não foi fácil. Tive dois meses para bolar essa situação. Não foi tão divulgada a intervenção porque fizemos um estudo mais interno. Já haviam escondido tantos documentos sem a gente avisar, imagine se tivesse avisado. De lá para cá o departamento jurídico da Santa Casa tem estudado alternativas. Parece-me que agora chegaram a uma conclusão. Nunca neguei que para a prefeitura o ideal é que a Santa Casa funcionasse como antes da Vitale, com uma irmandade. A prefeitura continua ajudando, transferindo recursos, não é interesse nosso administrar a Santa Casa.

 

Candeia – O problema é alguém assumir a direção do hospital hoje, porque vai ter mais ônus que bônus…

Neto Leoni – Exatamente. O ideal é que tentar fazer a separação. Já houve uma tentativa por meio de ação judicial e não deu certo. Agora será feita outra tentativa. Não estamos parados e nem achando que do jeito que está, está bom. Precisa melhorar, mas se não fizesse o que foi feito, nem aberta estaria. Tem problemas, tem bloqueio, mas teve avanços. Era um médico no pronto-socorro, hoje são dois. A maternidade está sendo reformada, assim como a pediatria. As quatro salas de cirurgia estavam paradas e compramos equipamentos. Para a pandemia abastecemos o hospital, com seriedade e comprando somente a quantidade necessária, por preços corretos. De cada dez pessoas com quem converso, pelo menos nove elogiam o atendimento. A Santa Casa está no caminho certo, mas precisa fazer um ajuste para que não perca recursos. Em toda campanha somos cobrados do funcionamento do Hospital São José, o Elefante Verde. Fizemos a licitação e venceu uma empresa de Jaú, a Novaven. O pessoal está chegando para fazer a obra. O primeiro andar do prédio vai funcionar. A ideia inicial era que fosse instalada unidade administrativa, mas com a pandemia irá funcionar como ambulatório da Covid-19. Não estamos usando dinheiro do tratamento de pessoas, mas recursos do auxílio emergencial, que veio por causa da Covid-19, mas que é de uso livre.

 

Candeia – Com a pandemia, os alunos tiveram aulas fora da sala de aula. Em Bariri há muitos estudantes sem acesso à internet. Recentemente a Câmara aprovou projeto de lei nesse sentido. A prefeitura irá cumprir essa lei e como tentar recuperar em 2021 o ano de 2020?

Neto Leoni – Independentemente de lei, já está no nosso plano de governo, e a partir do ano que vem, a melhoria da parte de tecnologia na área da educação. Superado o principal, que é colocar uma boa apostila – de escola particular – nas mãos dos nossos alunos, agora é a hora de investir em tecnologia. A pandemia deu uma reviravolta nisso. O administrador tem um planejamento, mas é preciso que esteja preparado para os imprevistos. Nossa ideia é ter uma boa rede de internet nas escolas e bons equipamentos nas mãos dos alunos. Meu sonho é que cada aluno tivesse um tablet do município para poder estudar. Mas isso depende de levantamento de custos e, se tivermos orçamento, vamos fazer. Não podemos esquecer dos professores. São a maior jóia que temos. Nossos professores gostam de aprender e de melhorar. Por isso, terão capacitação permanente.

 

Candeia – Na virada do ano houve exoneração de aproximadamente 40 cargos de chefes de Setor e de Unidade na prefeitura. Alguns serviços podem ter sido comprometidos. Você pensa em realizar concurso público?

Neto Leoni – A gente precisa fazer concurso, e era para ter sido feito. Não fiz concurso porque há limite prudencial de gasto com pessoal estabelecido em lei. Encontrei a prefeitura já batendo no limite. Não contratei ninguém e não inchei a máquina. Comentaram que é preciso enxugar a máquina, mas quero ver fazer isso. Vai demitir funcionário concursado? Todo lugar tem meia dúzia de funcionários que precisam ser melhores. Mas a grande maioria trabalha com amor, dedicação e companheirismo, num ótimo ambiente de trabalho. É preciso fazer concurso público e há um expediente aberto. Pode ser que alguns sejam feitos até o fim do ano. Vamos licitar e contratar uma empresa para fazer um concurso sério.

 

Candeia – É possível reduzir o gasto com o funcionalismo para realizar o concurso?

Neto Leoni – Esse é o x da questão. Algumas peças conseguimos colocar, como especialidades médicas necessárias, reposições em creches, na parte administrativa. Tendo o concurso pronto na mão, conforme há brecha é possível contratar, sem desobedecer a lei. A vida inteira da cidade todos os prefeitos tiveram equipe. Houve ação em que a Justiça mandou exonerar os cargos. Muitos apostaram que a prefeitura iria parar. Realmente alguns setores penaram, a imprensa penou por não ter um assessor de comunicação, o esporte e a cultura também perderam. Graças ao nosso prestígio e credibilidade, conseguimos pinçar algumas pessoas que aceitaram o desafio de responder pelos setores. Numa prefeitura de mais de 1.000 funcionários, trabalhamos com oito ou nove cargos em comissão. Comentei isso numa reunião no Tribunal de Contas e disseram que isso é um exemplo. Na verdade, é preciso que seja feita uma reforma administrativa. Não fiz agora porque entrei no meio do mandato. Se eu for reeleito, em quatro anos dá para trabalhar bem e logo no primeiro ano dá para fazer uma reforma administrativa e fazer um novo plano de carreira do funcionário.

 

Candeia – Em seu plano de governo consta a revisão do plano de carreira dos servidores. Qual a prioridade?

Neto Leoni – Na verdade, é preciso pegar o que existe hoje e olhar item por item. Muitas leis mudaram e regras também. Sempre é hora de revisar para os dias de hoje.

 

Candeia – Suas considerações finais.

Neto Leoni – Falamos de desenvolvimento, de educação, o trabalho no social está sendo bem feito. A saúde, que é uma área difícil de trabalhar, está tendo nosso empenho. Estamos trocando nossa frota de veículos. Isso reduz gastos e dá mais conforto aos pacientes. Queremos continuar nosso trabalhar e não é hora de interromper, não é hora de trocar o certo pelo duvidoso. A experiência faz a diferença. A gente respeita todos os candidatos, gosta desse processo democrático, é saudável. Sei que muitas pessoas torcem o nariz para a política. Mas a política é necessária. Ter um prefeito que ama sua cidade como a gente ama. Esse período em que fiquei internado serviu para reciclar e ver que temos de deixar picuinhas de lado. Quero trabalhar pela cidade. Tenho uma folha de serviços prestados. Estamos distribuindo nas casas não só nosso plano de governo, mas as obras que realizamos. Fiz uma revista no final do meu primeiro mandato: mais de 130 obras. Outra revista no final do segundo mandato: mais de 150 obras. Nesse mandato revitalizamos o lago, o recape asfáltico que irá sair, o hospital verde, a apostila. Sim, estamos trabalhando, mas se tivermos um mandato de verdade, com o nosso conhecimento, com a nossa vontade, com o amor que temos pela cidade, com o gosto pelas pessoas, com um vice que vai colaborar dessa vez, que é o João Luis, com bons candidatos a vereador, e espero que tenhamos uma Câmara que coloque a mão na consciência e pense em trabalhar pela cidade, tem tudo para dar certo, superarmos essa crise, a pandemia e fazer Bariri crescer. Bariri já é uma cidade boa, valorizada principalmente por quem é de fora. Não adianta fazer promessa porque a administração é cheia de amarras. Tem gente que nem sabe o que está falando. Tem candidato que fala que fazer tal coisa, mas já está feita, como a iluminação do cemitério. Muitas coisas estão sendo feitas e outras não dá para fazer, porque a pessoa não tem conhecimento do nosso orçamento. Estamos num trabalho e não é hora de parar, mas de continuar. Mudança não significa melhoria, mas pode ser um problema sério. Amo essa cidade e gosto das pessoas. Vamos deixar de lado as diferenças e vamos para a frente. Vamos vencer, Bariri merece.