
Para a professora Marisa, o Projeto Pontes de Papel relata uma experiência rica, capaz de integrar teoria e prática de forma significativa para o aluno (Fotos Divulgação)

Dois professores de Bariri estão na disputa da 2ª edição do Prêmio Educador FTD Educação, que reconhece iniciativas pedagógicas desenvolvidas com Soluções Educacionais em escolas públicas e privadas do Brasil.
Um deles é a professora Marisa Aparecida Gomes do Amaral Videira, 44 anos, que atua na Emef Prof. Euclydes Moreira da Silva e concorre com o projeto “Pontes de Papel: tecendo histórias, constelando cidadanias”, na categoria Literatura.
Marisa é formada em Matemática (Unesp), Pedagogia (Uninter) e Letras (Unijales). Atua como professora desde 2006 e se efetivou na rede municipal em 2008. Foi coordenadora na Escola Julieta Rago Foloni e na Escola Ângela Fortunato. Em 2018, voltou para a sala de aula e, no ano de 2025, assumiu o 4º ano da Escola Euclydes, onde leciona até hoje.
Para participar do concurso recebeu incentivo da coordenação pedagógica escolar. Como sua turma de alunos apresentava dificuldades em leitura e literatura, desenvolveu atividades específicas e direcionadas, que se tornaram base para o projeto “Pontes de Papel – tecendo histórias, constelando cidadanias”, na categoria Literatura. .
Junto aos alunos do 4º ano, ela executou o projeto com o objetivo de ampliar o repertório cultural e linguístico, capacidade de análise e interpretação de crítica, uso do dicionário, vocabulário, letramento digital, interação social e respeito à diversidade.
A culminância do projeto envolveu diversos tópicos da literatura: Carta (Sr. J.), Jornal (Joca), os livros que acompanham a apostila do município (FTD), a plataforma Elefante Letrado (do Estado, à qual o município aderiu) e o uso do dicionário. Todos esses recursos se complementaram para que pudesse desenvolver um trabalho consistente e alcançar excelentes resultados.
“Um dos momentos que mais me chamou atenção foi quando os alunos tiveram autonomia para apresentar a leitura de leite aos colegas. Além disso, realizamos outras atividades diferenciadas, como mural de notícias, ficha de leitura e quiz dos livros lidos que os alunos realizavam na plataforma digital. Foi um ano de muitos avanços”, relata Marisa.
Para Marisa, o Projeto Pontes de Papel relata uma experiência rica, capaz de integrar teoria e prática de forma significativa para o aluno. Desde o início, o projeto oferece aos estudantes a oportunidade de aplicar seus conhecimentos de maneira concreta e criativa, ampliando tanto suas competências acadêmicas quanto suas habilidades socioemocionais.
























