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Irmã Aparecida deixa Lar Vicentino para atuar na casa claretiana em Londrina

22 out, 2021

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Irmã Maria Aparecida tem 57 anos de vida consagrada, sendo 34 deles fora do Brasil, com atuação missionária em três continentes: Europa, África e Oceania – Divulgação

Em outubro de 2019, veio para o Lar Vicentino de Bariri contribuir com sua longa experiência de trabalho junto aos idosos – Divulgação

Em sua despedida de Bariri, junto ao Padre Ériko Nogueira, enalteceu a comunidade baririense que, segundo ela, tem espírito caridoso e hospitaleiro – Divulgação

Durante dois anos, o Lar Vicentino de Bariri contou com a irmã claretiana Maria Aparecida da Silva, 72 anos, que atendia os idosos no campo espiritual e com técnicas de terapia ocupacional.

Dia 10 de outubro, durante missa das 19h na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, ela se despediu dos baririenses e partiu para nova missão na casa de retiros, cursos e encontros Bethânia São José, em Londrina (PR), mantida pela sua congregação, a das Missionárias de Santo Antônio Maria Claret.

Ao lado de mais três irmãs, ela vai auxiliar os trabalhos e recepcionar encontristas, religiosos e leigos. Ou seja, retomar as atividades que, até o momento, estavam remotas devido à pandemia de Covid-19.

A religiosa ainda pretende continuar ações que levem à beatificação e, posterior, canonização de Madre Leônia Milito, fundadora da congregação e já considerada pelo Vaticano como Serva de Deus. “Distribuímos folheto com dados bibliográficos e oração de interseção à Madre Leônia, para torná-la conhecida. O processo de beatificação busca testemunho oficial de um milagre”, relata.

 

Consagração e missão

 

Irmã Maria Aparecida tem 57 anos de vida consagrada, sendo 37 deles fora do Brasil, com atuação missionária em três continentes: Europa, África e Oceania. Fala vários idiomas e se especializou na área de enfermagem e pastoral, em especial junto aos idosos.

Viveu infância simples e de dificuldades. Nasceu em Poço Fundo (MG), filha do casal Francisco da Silva e Maria Rita de Jesus, com um irmão. Quando tinha um ano de idade, a família migrou para Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo, em busca de vida melhor. Após o falecimento da mãe, Aparecida com 7 anos, a família volta para Minas Gerais e ela recebe cuidados de uma tia. Quando o pai se casa de novo, com viúva e três filhos, uma nova família se forma, em área rural e com trabalho na roça. “Com 9, 10 anos comecei a trabalhar como doméstica e babá para ajudar no sustento da família”, relata.

Aos 14 anos começou a sentir a vocação pela vida consagrada e religiosa. Durante um ano analisou e, finalmente, depois de uma novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, decidiu que este seria o seu caminho a seguir.

Em janeiro de 1965 entrou na Congregação e, com 15 anos, acompanhou as irmãs claretianas que atuavam na cidade. Sua primeira experiência foi em São Paulo, na Febem, cuidando de crianças abandonadas de 0 a 4 anos.

No ano seguinte foi enviada para o Instituto Coração de Maria de Londrina, local de formação de religiosas claretianas. Após dois anos de formação, sua primeira missão religiosa foi em Matão (SP), onde permaneceu por três anos.

Após esse período, ingressou no curso de auxiliar na Escola de Enfermagem Catarina Laboure de Curitiba e, dois anos depois, foi enviada para a Roma, na Itália. Após retiro de oito dias, recebeu a primeira missão internacional. Foi enviada para a Suíça para trabalhar em um sanatório de pacientes com tuberculose. Serviu por três anos.

Voltou para Roma para os votos perpétuos, junto aos fundadores da congregação, Dom Geraldo Fernandez e Madre Leônia.

A próxima missão foi na Ilha de Córsega, região da França, onde permaneceu por oito anos cuidando de idosos. Depois, voltou a atuar mais dois anos na Suíça.

A congregação, então, a enviou para a África, primeiro em Gabão, por três anos como enfermeira em hospital pediátrico; depois na Costa do Marfim, em missão pastoral.

Após permanecer os próximos dois anos no Brasil, voltou para a Itália onde se formou como bacharel em Catequese Missionária, na Pontifícia Universidade Urbaniana de Roma.

 

Jubileu e Oceania

 

Ao concluiu o curso, comemorou 25 anos de consagração religiosa. Nesse dia, relata alegria ao comungar com o então papa e, desde 2014, São João Paulo II.

Depois disso, afirma que teve experiência enriquecedora na Austrália, onde permaneceu por 15 anos, trabalhando com idosos, maioria imigrantes italianos.

Em 2008, voltou para o Brasil, em Córrego de Bom Jesus (MG), dedicando-se a trabalho pastoral em creche e casa de retiros mantidas pelas irmãs claretianas.

Em seguida, cumpriu ciclo de atuação que envolveu várias localidades como Londrina, Recife (PE) e Maceió (AL). Após vários anos no Nordeste, voltou para Casa Provincial de Guarulhos.

Em outubro de 2019, veio para o Lar Vicentino de Bariri contribuir com sua longa experiência de trabalho junto aos idosos. Aqui interagiu com os internos e funcionários com atividades de música, dança, bordados, orações, canto, além contribuir com o trabalho dos funcionários.

Em sua despedida de Bariri, junto ao Padre Ériko Nogueira, enalteceu a comunidade baririense que, segundo ela, tem espírito caridoso e hospitaleiro.

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