Slider

Airton Pegoraro, da Vigilância Sanitária, diz que dois proprietários de estabelecimentos foram autuados por reincidência – Alcir Zago/Candeia

Desde o início do ano o trabalho de fiscalização em Bariri para cumprimento de decretos municipal e estadual relacionados à Covid-19 está a cargo do Setor de Fiscalização e da Diretoria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária. Em algumas blitze há apoio da Polícia Militar (PM).

Até o momento o Setor de Fiscalização realizou o atendimento de 126 chamados pelo disk-denúncia e pelo WhatsApp. O telefone é o mesmo: (14) 9-8208-1837.

Já a Vigilância Sanitária fiscalizou 37 estabelecimentos (entre bares, supermercados, lojas e prestadores de serviço). Duas das britze ocorreram em período noturno, com apoio da PM.

O foco inicialmente é orientar os proprietários quanto a horários de atendimento, permissão ou não de entrada de consumidores e medidas sanitárias de prevenção à pandemia e do Código Sanitário.

Segundo o médico-veterinário e responsável pela Vigilância Sanitária em Bariri, Airton Pegoraro, dois proprietários de estabelecimentos foram autuados por reincidência.

A prefeitura de Bariri enfrenta problema de falta de material humano para intensificar a fiscalização. A Vigilância Sanitária, por exemplo, está com duas servidoras afastadas do trabalho de campo por pertencerem ao grupo de risco da Covid-19.

Segundo o Setor de Fiscalização, problemas relacionados a festas particulares devem ser comunicados à PM. Se houver elaboração de boletim de ocorrência, o documento é encaminhado ao Ministério Público (PM) e prefeitura para tomada de providências.

Quem quiser fazer reclamação pode ir pessoalmente à sede do Executivo, ligar no telefone fixo (14) 3662-9200 ou disk-denúncia. No último caso, o horário de atendimento é de segunda à sexta-feira (8h às 22h), sábados e feriados (8h às 17h) e domingos (7h às 12h).

Diante de poucos servidores para o trabalho de campo, a prefeitura de Bariri estuda mecanismos para intensificar a fiscalização.