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Terminou pouco depois das 14h desta quarta-feira, dia 11, a primeira audiência de instrução relacionada à morte de Mariana Forti Bazza, crime ocorrido no fim de setembro.
Rodrigo Pereira Alves é acusado de latrocínio (roubo seguido de morte), estupro e ocultação de cadáver.
Seis testemunhas em comum da acusação e da defesa foram ouvidas. A audiência foi presidida pelo juiz Guilherme Eduardo Mendes Tarcia e Fazzio.
A acusação coube à promotora de Justiça Gabriela Silva Gonçalves Salvador e à advogada Claudia Deolinda de Oliveira Martins, que representa a família de Mariana. Evandro Demetrio atuou como advogado de defesa.
Rodrigo chegou numa ambulância própria para transporte de preso da Penitenciária de Serra Azul, a região de Ribeirão Preto, onde está custodiado.
Houve confusão na chegada de Rodrigo à 1ª Vara Judicial de Bariri, onde seria realizada a audiência.
No entanto, por falta de energia elétrica, a audiência foi transferida para a 2ª Vara Judicial. Na saída do acusado também houve confusão. A Polícia Militar precisou intervir nas duas vezes para conter os mais exaltados.
Rodrigo não foi ouvido, mas veio a Bariri para acompanhar os depoimentos das testemunhas. A maioria respondeu às questões sem a presença do acusado.
Confira informações completas na edição impressa do Jornal Candeia do sábado, dia 14.
Texto: Alcir Zago/Candeia – Imagens: Paulo Eduardo Camilo Oliveira/Sistema Belluzzo
























