
Em Bariri, a manifestação ocorreu pela manhã com concentração e passeata pelas ruas da cidade – Robertinho Coletta/Candeia
Grupo de professores de Bariri aderiu à agenda de manifestações contra a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao Congresso. O movimento é proposto pelas centrais sindicais e os professores locais receberam apoio de integrantes do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
O primeiro ato nacional ocorreu sexta-feira, 23. Em Bariri, o movimento foi coordenado pelos docentes da EE Profª Ephigênia Cardoso Machado Fortunato e ganhou apoio de estudantes e pais.
A adesão dos professores foi parcial, mas as aulas foram paralisadas porque os alunos não entraram nas salas de aula. Parte deles participou do manifesto.
De acordo com a professora Meire Fiuza, a concentração teve início pela manhã defronte à escola. Depois, o grupo saiu em passeata pelas ruas da cidade. Uma cartilha elaborada pela Apeoesp relata os motivos da paralisação e as reinvindicações da classe.
Lideranças afirmam que reforma da Previdência não ataca privilégios, como o governo argumenta, e será danosa especialmente para os mais pobres. Sindicatos não descartam a realização de greve geral.
No caso dos professores, as principais bandeiras são a defesa dos trabalhadores rurais, a previdência pública, respeito à Constituição, aposentadoria especial é direito da categoria, os jovens querem direito de se aposentar e mais empregos.
























