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Homem ‘reside’ no cemitério de Bariri há oito meses

3 abr, 2020

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Homem fica no interior do cemitério durante o dia e também dorme no local – Robertinho Coletta/Candeia

Leitor do Jornal Candeia entrou em contato com a reportagem para relatar que um homem estaria morando no interior do cemitério municipal e causando incômodo a algumas pessoas que vão ao local.

Na tarde de segunda-feira, dia 30, a reportagem esteve no cemitério. O homem, que tem 32 anos, disse que há oito meses “reside” no local. Ali, utiliza banheiro e tambores de água para tomar banho.

Segundo ele, antes morava numa casa perto do velório, mas teve de sair do imóvel. Por isso, passou a frequentar o cemitério. Conta que recebe dinheiro por lavar túmulos e obtém comida de pessoas que o ajudam.

Funcionários municipais que trabalham no cemitério confirmam a permanência do homem no local.

Dizem que até o momento não ouviram relatos de que ele tenha importunado alguém. Além disso, costuma ser solícito em colaborar com pessoas que lavam túmulos.

 

Abordagens

 

A administração do cemitério é vinculada à Diretoria Municipal de Obras. O titular da pasta, Márcio Nascimento, conta que depois que muitos moradores de rua deixaram a Praça Joaquim Lourenço Correa (Praça da Matriz), passaram a espalhar-se pela cidade e a dormir em pontos como a rodoviária, o banheiro da própria praça e a cobertura do velório municipal.

A respeito do homem que fica no cemitério, o diretor relata que pula o muro ou se esconde quando algum funcionário vai trancar os portões. “Houve várias tentativas de tirar o homem de lá, mas é um processo lento”, diz Nascimento. “Estamos tentando pelo Setor Social para que seja dada a ajuda correta. Muitos já mudaram de vida com a ajuda da família e o apoio do Social.”

A diretora municipal de Ação Social, Débora Cristina Machado Cornélio, diz que conhece o homem. O setor fez intervenções com ele e com outras pessoas em situação de rua, mas muitos se negam em receber ajuda.

A orientação é que procurem o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), ao lado do antigo Tiro de Guerra, para banhos e para a alimentação.

Débora lembra que no inverno passado a prefeitura abrigou algumas pessoas no Clube Municipal José Giacone, no entanto, o “morador” do cemitério se negou em pernoitar no local.

Explica que há diferença entre morador de rua e pessoa em situação de rua. No segundo caso, o indivíduo tem família e casa, mas tem como opção ficar na rua por não aceitar regras de convivência familiar.

Num primeiro momento as abordagens são feitas pelas áreas de saúde e assistência social. Conforme o caso, no caso de algum crime, pode haver necessidade de intervenção das forças de segurança pública.

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