Composição 1_1
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“Foloni tem esbarrado numa certa dificuldade para escolha dos nomes. Na Educação e na Assistência Social, no momento, as sondagens continuam, sem definição”

O prefeito de Bariri, Luis Fernando Foloni (MDB), assumiu o governo municipal no dia 15 de novembro deste ano, após a cassação do mandato de Abelardo Maurício Martins Simões (MDB).
Apesar do alinhamento político entre eles desde o início da administração municipal, em 1º de janeiro de 2021, o atual chefe do Executivo quis colocar em prática algumas mudanças no primeiro escalão da prefeitura e do Serviço de Água e Esgoto do Município de Bariri (Saemba).
E Foloni tem encontrado certa dificuldade para escolha dos nomes. Praticamente certa está a ida de Oscar Naufal para a autarquia a partir de janeiro de 2024 no lugar de Eder Cassiola.
Na Educação e na Assistência Social, no momento, as sondagens continuam sem definição.
No caso do Social, Suzane Gabia Dinis Albranti teria avisado ao prefeito que permanece no cargo até o fim deste ano. A opção de deixar a diretoria partiu dela.
No caso da Educação, Foloni não pretende manter Stefani Edvirgem da Silva Borges no comando da pasta. O Candeia apurou que um dos motivos foi a inobservância de recomendações e apontamentos do Ministério Público (MP) para ajustes necessários na rede municipal de ensino.
Nesse sentido, o município terá de dar cumprimento à decisão judicial que o proíbe de firmar contratos temporários para cargos e funções fora das hipóteses legais. Muitos desses contratos se encerram agora no fim do ano.
O prefeito está sondando vários nomes para a diretoria de Educação, sem êxito até o momento.
Em alguns casos, a pessoa convidada coloca na balança se vale a pena abrir mão dos cargos que possui na rede municipal, já que os ganhos financeiros seriam menores como titular da pasta.
Em outros pesa o fato de o atual governo terminar daqui a um ano. A partir de 2025 não se sabe quem estará no cargo de prefeito. Há também quem avalie se vale a pena fazer parte de um governo municipal em momento em que as críticas muitas vezes são exageradas e levadas ao campo pessoal. Basta ver postagens e comentários no Facebook.
Vale lembrar que no fim de 2019 o Judiciário determinou ao então prefeito Francisco Leoni Neto que exonerasse, a partir de 1º de janeiro de 2020, aproximadamente 40 chefes de setor e de unidade. Os servidores de carreira tiveram de voltar à função de origem.
Obviamente vale a regra do concurso público, mas desde então o município “patina” para estruturar as diretorias na área de gestão. A aprovação recente de funções gratificadas foi uma saída para tentar contornar essa situação. Falta uma ponte entre os diretores (comissionados) e boa parte dos servidores (concursados).