
Cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão ocorreu no dia 8 de agosto (Foto Arquivo Candeia)
Em recente decisão, o juiz da 2ª Vara Judicial de Bariri, Maurício Martines Chiado, manteve a prisão do empresário Paulo Ricardo Barboza, dono da Latina Ambiental Ltda.
O Judiciário havia decretado a prisão temporária dele pelo prazo de 30 dias. O cumprimento da medida ocorreu no dia 8 de agosto, assim como o cumprimento de mandados de busca a apreensão em Bariri, Itaju, Jaú e Limeira para apurar fraudes licitatórias, associação criminosa, falsificação de documentos públicos, coação no curso do processo e roubo com emprego de arma de fogo e concurso de agentes.
Conforme a decisão judicial, não há nos autos fato novo para modificar a decisão que decretou a custódia cautelar do empresário.
Ainda segundo o juiz, os elementos de prova colhidos reforçam a manutenção da prisão, como contrato de locação de veículo utilizado no crime de roubo com emprego de arma de fogo no início de junho deste ano contra o empresário Fábio Yang.
Outro ponto destacado pelo magistrado é que há fortes indícios de que Barboza tenha contratado capitão da Polícia Militar (PM) para executar esse crime e também coação no curso da investigação.
Capitão
Na sexta-feira (18) o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Promotoria de Justiça de Bariri atuaram, em Araras, na prisão temporária do oficial da PM.
Segundo as investigações iniciais realizadas para apurar crimes licitatórios e fraudes em contratos públicos, houve a prática de coação armada e roubo com emprego de arma de fogo contra uma testemunha (empresário baririense).
Segundo o MP, ficou demonstrado que um dos investigados contratou policiais militares que prestavam serviços ilícitos para o cometimento dos atos violentos. O capitão da PM é apontado como executor da infração.
A Corregedoria da Polícia Militar prestou apoio desde o início das investigações, colaborando com a elucidação dos ilícitos. As investigações prosseguem.
























