
“Os eventos realizados no município, sejam pelo poder público ou pela iniciativa privada, devem seguir toda a legislação, mas sem que causem dissabores a terceiros”
Nos dias 13, 14 e 15 de junho foi realizado o Bariri Rodeio Show no campo 2 do Estádio Farid Jorge Resegue.
No geral, os comentários foram positivos em relação à estrutura montada, com ampla arquibancada para receber o público que compra o ingresso e muitas vezes não dispõe de recursos para adquirir um camarote.
Mas um ponto mereceu críticas de algumas pessoas, a exemplo de anos anteriores: o barulho provocado no evento nas três noites.
É um tipo de discussão em que cada lado tem razão. O estádio é um local tradicional para as festas de peão. Além disso, são apenas poucas noites durante um ano todo de evento.
Para quem mora perto há o incômodo com o barulho que começa de noite e atravessa a madrugada.
Uma solução para o problema está no projeto da Prefeitura de Bariri em construir um Centro Municipal de Eventos entre o Jardim Garotinho e o Rio Tietê. A administração municipal trabalha com a previsão de que em 2027 o local possa estar pronto para receber eventos como o rodeio.
O ideal seria erguer a estrutura o mais perto possível do rio, até porque existem residências no entorno do projeto. Assim, iria haver transferência da poluição sonora de um local para outro.
E por falar no assunto, a edição interativa do Candeia de 21 de junho traz matéria a respeito de arquivamento de inquérito civil aberto pelo Ministério Público (MP) sobre poluição sonora.
As reclamações recaiam especialmente sobre dois estabelecimentos que comercializavam bebidas alcoólicas, ambos fechados na atualidade.
Os eventos realizados no município, sejam pelo poder público ou pela iniciativa privada, devem seguir toda a legislação, mas sem que causem dissabores a terceiros. Como diz o velho ditado, o direito de um termina quando começa o do outro.
























