posto-santa-lucia-novo-2017
Banner-Lista-Candeia
Banner-online
WhatsApp Image 2020-07-06 at 08.28.31
Banner-Cep

Trecho do córrego que deságua no Rio Tietê onde o problema foi verificado: Cetesb, Polícia Militar Ambiental e Polícia Civil irão apurar possível crime ambiental – Robertinho Coletta/Candeia

O Ministério Público (MP) instaurou inquérito para apurar possível dano ambiental causado por poluição no leito do Rio Tietê, em área do canal navegável, perto do Ancoradouro Marcos Belluzzo.

Quem assina o procedimento é a promotora de Justiça Gabriela Silva Gonçalves Salvador.

Ela abriu o inquérito após veiculação de matéria do Jornal Candeia. Na edição de 27 de junho, o semanário tratou do assunto, com verificação de poluição no local juntamente com a Vigilância Sanitária (Visa).

O jornal também divulgou entrevista em sua página do Facebook com o representante da Visa Airton Pegoraro.

Entre outras providências, a promotora Gabriela Salvador requereu diligências no local pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e pela Polícia Militar Ambiental.

À Cetesb o pedido é para que verifique a existência de poluição no local. Em caso afirmativo, a agência tentará checar os agentes causadores e as medidas necessárias para reparação do dano ambiental.

Também foi remetido ofício à Delegacia de Polícia de Bariri para instauração de inquérito a fim de apurar possível crime ambiental.

 

Denúncia

 

A reportagem esteve no local no dia 23 de junho após receber denúncia de suposto crime ambiental por frequentador de área do canal artificial de navegação.

Por solicitação do Candeia, o médico veterinário Airton Pegoraro, da Vigilância Sanitária de Bariri, foi ao trecho para conferir a denúncia.

Após constatar a situação das águas, Pegoraro considerou a denúncia procedente. Verificou a cor azul petróleo e o mau cheiro e explicou que em lugares mais estreitos como aquele há maior concentração da poluição.

Disse que a denúncia seria encaminhada à Cetesb, que deveria providenciar coleta de amostra da água, para análise dos agentes poluentes causadores do suposto crime ambiental. Além da Visa, a agência ambiental será oficiada também pelo MP.