Sessão da Câmara de junho deste ano: projeto da LDO será apreciado quando forem retomadas as reuniões legislativas – Arquivo/Candeia
A prefeitura de Bariri estima que no ano que vem a receita do município e do Serviço de Água e Esgoto do Município de Bariri (Saemba) será de R$ 109 milhões.
A previsão está no projeto de lei que trata das Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, já remetido à Câmara para análise nas comissões, discussão e votação. Por causa da suspensão das sessões legislativas, não há prazo para a apreciação da matéria.
O próximo passo da administração municipal é o encaminhamento da Lei Orçamentária Anual (LOA), que é o orçamento propriamente dito, com valores mais específicos de receita e despesa. Nesse caso, as propostas das diretorias municipais e da Câmara deverão ser encaminhadas ao Setor de Planejamento até 11 de setembro.
Em junho do ano passado a prefeitura previu para 2020 o montante de arrecadação de R$ 103,7 milhões. Para o ano que vem a estimativa é 5,1% maior.
É possível que haja alterações nos valores devido aos impactos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), com quedas nas receitas próprias e transferências dos órgãos governamentais.
Gastos
Em relação às despesas, a LDO contempla R$ 35,5 milhões para a Educação, além de R$ 3 milhões de apoio à educação e R$ 1,3 milhão ao ensino superior e profissional.
Para a Saúde são previstos R$ 29,9 milhões. A Infraestrutura de Serviços Urbanos deve receber R$ 9,4 milhões.
A prefeitura estimou ainda R$ 8,1 milhões para Infraestrutura Administrativa e Financeira, R$ 7,7 milhões para serviços de Água e esgoto, R$ 3,1 milhões para Gestão Social, R$ 1,2 milhão para Desenvolvimento Cultural e R$ 1 milhão ao Legislativo.
Na estimativa da receita será considerada a atual tendência arrecadatória, as modificações na legislação tributária, a perspectiva de evolução do PIB e a inflação do biênio 2020/2021.
Segundo o projeto, novos projetos contarão com dotação apenas se forem supridos os que se encontram em andamento e se forem atendidas as despesas de conservação do patrimônio público
A proposta veda despesas com promoção pessoal de autoridades e servidores públicos, novas obras, desde que financiadas pela paralisação das antigas, pagamento a empresas privadas que tenham em seu quadro societário servidor municipal em atividade e ajuda financeira a clubes e associações de servidores.

























