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Polícia Militar compareceu à sede da prefeitura: servidora nega ter agredido diretora – Diego Santos/Clube FM

Servidora da Prefeitura de Bariri que foi afastada preventivamente do trabalho e que está respondendo a processo administrativo disciplinar entrou em contato com o Candeia para se manifestar sobre o caso.

O jornal não mencionou o nome das partes na matéria publicada na edição passada, de 14 de janeiro, apenas as iniciais da auxiliar de manutenção.

No dia 9 de janeiro a funcionária teria agredido diretora do setor, após ser advertida. A Polícia Militar (PM) foi chamada e, em seguida, houve elaboração de boletim de ocorrência.

A servidora nega que tenha agredido a superiora. Relata que estranhou ter tomado advertência porque a diretora e o prefeito sempre elogiavam seu serviço.

Ao tomar conhecimento da sanção, procurou a diretora, que teria chamado a PM sem ter se explicado sobre o motivo da advertência.

A funcionária conta que saiu e ficou esperando os policiais. Um deles teria colocado as mãos em seu ombro e impedido que entrasse na prefeitura.

Acrescenta que ela e o PM acabaram entrando em luta corporal e, por ser atleta de jiu-jítsu, defendeu-se.

A servidora diz que os registros de câmeras de segurança da sede do Executivo podem comprovar que não agrediu a diretora. Requisitou as imagens dos equipamentos.

Duas portarias assinadas pelo prefeito Abelardo Maurício Martins Simões Filho (MDB) tratam da instauração de processo administrativo disciplinar contra a servidora, com formação de comissão de sindicância para apurar a denúncia, e de afastamento preventivo de suas funções, até a conclusão do processo, com prazo máximo previsto de 60 dias.

ENTENDA O CASO:

Prefeito abre sindicância para apurar conduta de servidora