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Ao todo, Rodrigo ficou 16 anos no sistema prisional – Foto: Divulgação

Preso da noite de terça-feira, dia 24, em Itápolis, Rodrigo Pereira Alves, conhecido por Rodriguinho, 33 anos, já foi condenado e cumpriu pena pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte) e estupro. Ao todo, ele ficou 16 anos no sistema prisional por causa desses crimes.

Alves foi preso em flagrante pelas polícias Civil e Militar em cima de um telhado. Ele é acusado do desaparecimento da jovem Mariana Forti Bazza, 19 anos.

Após a prisão em Itápolis, Alves foi trazido para Bariri e depois levado a Jaú. Às 16h desta quarta-feira, dia 25, ele deve passar por audiência de custódia na 1ª Vara Judicial de Bariri.

A Justiça irá decidir se ele permanece detido ou se será colocado em liberdade. Ele diz que não sabe o paradeiro de Mariana.

Imagens de câmeras mostram ele conversando com a jovem na manhã de terça-feira, dia 24, assim que ela saiu de academia situada na Avenida José Jorge Resegue (Avenida do Lago). Ele teria oferecido ajuda para trocar pneu furado do VW Gol de cor preta dirigido por ela.

Em seguida, Mariana segue com o carro para o interior de uma chácara em frente da academia, onde Alves realizava serviço de pintura. A jovem fotografou o homem trocando o pneu e encaminhou a foto para familiares.

Conforme as imagens, pouco depois das 9h30 ele sai com o carro e fica em Bariri pelo menos até as 11h, circulando pela cidade, calibrando os pneus e abastecendo o veículo. Mais tarde se dirige a Itápolis, onde é preso.