
Paulo: legislação eleitoral determina a desincompatibilização para diretores que pretendem concorrer no pleito de outubro deste ano
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O ex-diretor de Infraestrutura Paulo Egídio Grigolin disse ao Candeia que teria de deixar o comando da pasta para concorrer novamente ao cargo de vereador ou eventualmente participar da disputa majoritária – prefeito ou vice-prefeito.
Para disputar um cargo de prefeito ou vereador nas Eleições de 2024, ocupantes de diversos cargos e funções – como servidores públicos e militares, por exemplo – devem estar atentos aos prazos de desincompatibilização exigidos por lei.
Os secretários municipais – ou diretores, como é o caso de Bariri – que quiserem concorrer a uma vaga de vereador devem se afastar seis meses antes do pleito.
Já para a vaga de prefeito ou vice-prefeito, o prazo para os secretários municipais (e também os secretários estaduais) se desligarem do cargo é de quatro meses.
Grigolin afirma que apenas antecipou a saída da Diretoria de Infraestrutura em um mês.
Relata que foi salutar a experiência nos cargos de Chefe de Gabinete e na Infraestrutura para ter conhecimento mais aprofundado dos problemas estruturais de Bariri. Garante que mantém bom relacionamento com o prefeito Luis Fernando Foloni (MDB).
No Legislativo, pretende apresentar alguns projetos. Grigolin retorna na sessão de segunda-feira (4) no lugar de Evandro Antonio Folieni (PP). Grigolin continua filiado ao PP, mas deve deixar a legenda, hoje com estreita ligação com o vereador Edcarlos Pereira dos Santos (PSDB). Inclusive, este deve migrar para o PP no período da janela partidária.
O retorno de Grigolin serve também para diminuir as críticas no Legislativo ao atual governo, de Fernando Foloni, e também ao antecessor, de Abelardo Maurício Martins Simões Filho (MDB).
Evandro Folieni vinha tecendo diversas críticas à administração municipal, focando na Chefe de Gabinete, Maria Luíza Rodrigues, na falta de itens básicos em escolas, no possível uso de veículos da prefeitura para atendimento particular de ex-prefeito, entre outros apontamentos. Chegou a mencionar que, da forma como Fernando Foloni estava conduzindo o governo, em abril o presidente da Câmara, Airton Pegoraro (MDB), iria assumir o cargo de prefeito.
























