
Reunião na Santa Casa tratou de várias questões, entre elas morte de bebê e medidas de segurança
Alcir Zago/Candeia
Outro assunto discutido na reunião desta sexta-feira (14) na Santa Casa de Bariri foram os comentários do vereador Gilson Carvalho (PSB) na sessão de Câmara de 3 de fevereiro, em que um bebê teria morrido no hospital baririense por falta de oxigênio. Na ocasião, o vereador cobrou também mais transparência da Santa Casa na prestação de contas.
O promotor de Justiça Nelson Aparecido Febraio Júnior ressaltou que há oxigênio em todos os setores do hospital e que o correto seria o vereador ter se dirigido ao hospital para obter informações.
Apontou, ainda, para a necessidade da classificação de risco, conforme o paciente chega ao pronto-socorro, e que esse dispositivo é uma prática recorrente em outras unidades hospitalares.
A gestora da Santa Casa de Bariri, Marina Prearo, disse que o bebê estava ao lado da mãe, quando teve uma parada cardiorrespiratória. De acordo com ela, toda a assistência médica foi dada assim que enfermeira tomou conhecimento do quadro da criança. No atestado de óbito constou choque cardiogênico e prematuridade extrema.
Para o prefeito Airton Pegoraro (Avante), uma denúncia como essa não pode ocorrer, porque tem repercussão negativa no trabalho que vem sendo feito atualmente no hospital.
O presidente da Câmara Municipal, Ricardo Prearo (PSD), concordou. Segundo ele, é preciso cautela no teor das falas no Legislativo para que não resultem em problemas para o hospital.
O vereador Daniel de Madureira (PP) foi um dos presentes a pedir esclarecimentos da Santa Casa a respeito do caso e que algumas pessoas cobraram os vereadores.
A respeito das portas trancadas no interior da Santa Casa, a equipe esclareceu que se trata de medida de segurança para evitar a invasão de pessoas que possam agredir pacientes, médicos e funcionários, como já ocorreu em diversas situações.

Vereador Gilson Carvalho (PSB) comentou na sessão de Câmara de 3 de fevereiro que um bebê teria morrido no hospital baririense por falta de oxigênio (Arquivo Candeia)
























