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Plantões à distância, central de medicamentos e contas do quadrimestre foram temas da reunião do Conselho de Saúde

Segunda-feira, 30 de setembro, houve reunião ordinária do Conselho Municipal da Saúde, realizada a partir das 17h, no Auditório 16 de Junho, na Prefeitura de Bariri.
A reunião foi coordenada pelo presidente do conselho, Rodrigo Felício Zanuto de Oliveira, e contou com a presença de Angélica Fanti Moço, diretora de Saúde; vereador Vagner Mateus Ferreira; Claudenir Rodrigues, “Fredy”, presidente do Conseg; Jota Cardoso, presidente do Conselho do Idoso; Rosemara Cristina Gonçalves Rodrigues, da Vigilância Epidemiológica; integrantes do conselho e agentes de saúde.
Um dos temas debatidos durante o encontro foi a atuação de médicos no plantão à distância no Pronto Socorro da Santa Casa de Bariri. O tema surgiu devido às reclamações de usuários, que vão desde a demora para acionar o profissional em caso de emergência até falta de especialistas em algumas áreas.
De acordo com Rodrigo, em relação aos plantões à distância, resolução do Conselho Regional de Medicina determina que o atendimento do médico, quando acionado pelos postos de saúde deve ser realizado em curto espaço de tempo. Por isso, segundo ele, o profissional não pode se ausentar da cidade ou das proximidades quando estiver escalado como médico plantonista à distância.
Para os conselheiros, as distorções desse atendimento têm resultado em transtornos aos pacientes e usuários, além de excessiva necessidade de transferência para hospitais da região, o que nem sempre tem vaga.
O presidente afirma que a mesma resolução prevê que se chegar um paciente passando mal, em caso de emergência, o médico plantonista de clínica geral deve dar os primeiros atendimentos, mesmo que não seja da área específica da doença. Segundo ele, isso não vem ocorrendo nos postos de saúde do município.
Os dirigentes de saúde afirmaram que enfrentam dificuldades para o cumprimento da resolução, por diferentes fatores, como falta de médicos especialistas e agenda sobrecarregada dos profissionais (são acionados mas estão atendendo em outro local). Que há ainda limitação de orçamento.

Medicamentos

Presente à reunião, o vereador Vaguinho citou constantes reclamações de falta de remédios na Central de Medicamentos. Que diariamente recebe reclamações de usuários que não encontram remédios receitados pelos médicos da rede municipal de Saúde.
Angélica Fanti afirmou que recentemente a prefeitura fez aquisição de lotes de medicamentos e que o investimento está dentro da previsão de orçamento anual. Afirma ainda que a prefeitura gasta em saúde percentual acima do exigido por lei e que não há recursos para aumentar esses índices.

Contas do quadrimestre

Durante a reunião, o Conselho de Saúde aprovou as contas do terceiro quadrimestre do setor, apresentada momento antes em audiência pública. Essa é uma das atribuições dos conselheiros.
As contas foram expostas pela diretora Angélica Fanti Moço, que apresentou números da pasta de janeiro a agosto deste ano.
Segundo ela, a pasta da Saúde somou despesas de R$ 17,7 milhões de janeiro a agosto, 18,3% a mais em relação a 2018. No total, de recursos próprios o setor gastou R$ 13,1 milhões no período (27,4% da receita do município).