Juíza Carina foi homenageada na solenidade em Jaú – Divulgação
Com recursos de prestações pecuniárias decorrentes de condenações criminais ou suspensões condicionais do processo, a 1ª Vara Criminal de Jaú também colaborou para que a Polícia Militar de Jaú (27º BPM/I) inaugurasse, no dia 8 de maio, a nova sede da Força Tática, Canil e Rocam, em bairro estratégico da cidade – que registra os maiores índices de criminalidade, mas também para onde a cidade cresce e se desenvolve com grandes empreendimentos, como a futura Faculdade de Medicina, um complexo hospitalar regional, um novo Shopping Center e nas proximidades do maior shopping de calçados da América Latina.
As novas instalações – que já abrigam oito cães das raças Pastor Alemão, Doberman e Pastor Belga Malinois – contam com canis que atendem aos mais altos padrões da espécie e, também, com consultório veterinário, realizando treinamentos especializados, principalmente, para a localização de drogas.
Em atendimento à política adotada pelo Conselho Nacional de Justiça para a destinação das prestações pecuniárias, o Juízo da 1ª Vara Criminal há tempos tem destinado prestações pecuniárias, em rateios com outras entidades também beneficiadas (como a Polícia Civil), que contribuíram significativamente para essa nova e moderna sede de polícia especializada da PM em Jaú.
Durante a solenidade de inauguração, o Poder Judiciário do Estado de São Paulo foi homenageado na figura da juíza da 1ª vara, Carina Lucheta Carrara (que já passou pela Comarca de Bariri) e, em sua manifestação, ela ressaltou a importância do ato.
“A destinação das prestações pecuniárias, além de conferir visibilidade social à eficácia, sobretudo, das penas, contribui expressivamente para atividades essenciais à sociedade, neste caso, à segurança pública, cumprindo com maior propriedade o ciclo de reprovação e prevenção do crime. Esse ato responde à sociedade de forma mais concreta na prevenção do crime e contribui para a consecução da paz social, propósito buscado por todos que atuam na seara criminal e esse ponto nos tornam parceiros para o bem comum”.
(Fonte: Comunicação Social do Tribunal de Justiça de São Paulo)

























