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O prefeito Rafael Agostini colocou a pedra fundamental dos empreendimentos nessa sexta (21), em evento que acabou não contando com a presença de Michel Temer

Vice-prefeito de Jaú Sigefredo Griso, Baleia Rossi, Rafael Agostini, José Carlos Borgo, Tidei de Lima e Lucas Flores

A construção de 1.753 casas no Residencial Cidade Alta teve a colocação da pedra fundamental nessa sexta-feira (21) pela manhã, em cerimônia com o prefeito Rafael Agostini (PSB), secretários, o vice-prefeito Sigefredo Griso (MDB), vereadores e o deputado federal Baleia Rossi (MDB), além de Tidei de Lima, subsecretário de Habitação do Estado de São Paulo. O presidente Michel Temer (MDB) chegou a ser convidado e participaria do ato, mas não compareceu devido a compromisso no mesmo período no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A organização ainda esperou por mais de uma hora, mas depois de ser avisada pela equipe do presidente que não haveria a possibilidade de deslocamento, o evento foi iniciado com as autoridades presentes.

O Cidade Alta são vários conjuntos residenciais, como o Residencial Cidade Alta Luizão Agostini, com 722 casas, o Residencial José Primo Grizzo, com 500 casas, Residencial José Perez, que chega a 149 casas, Condomínio Pedro Ferreira, com 186 casas, e o Condomínio Gilberto Griso, de 196 casas, todos do Minha Casa Minha Vida (MCMV), do governo federal, com investimento previsto de R$ 210 milhões e prazo de conclusão de 18 meses. A empresa Ecovita, de Bauru, vai fazer as construções das residências.

O Residencial Cidade Alta é o maior dos empreendimentos, voltado para a faixa 1 do MCMV, para famílias com renda bruta de até R$ 1.800,00. Os outros são para a faixa 1,5 do MCMV, para famílias com renda bruta de até R$ 2.600,00 e subsídio do governo federal. No caso dos condomínios, a Secretaria de Habitação de Jaú cita que as casas já foram vendidas e a construção já começou. No ano que vem, mais 875 casas serão construídas em Jaú pelo programa, afirmou o prefeito nessa sexta-feira (21).

Ainda participaram os prefeitos de Pederneiras, Vicente Minguili; de Torrinha, Ronaldo Gasparello; de Boraceia, Marcos Bilancieri; e de Barra Bonita, Zequinha Ricci, o gerente regional da Caixa Econômica Federal, José Orlando Garla, e os sócios da Ecovita, Lourenço Ranieri, Elaine Simões e Abner Ribeiro. Após o discursos, as placas foram levadas ao local onde ficarão, na avenida Lauro Fraschetti.

ESTRUTURA

O prefeito Rafael Agostini lembra que os residenciais vão contar com toda a estrutura, como galerias, asfalto, iluminação, unidades de saúde e ensino, e o governo federal vai liberar recursos para a construção de uma área de esportes. “Em nossos dois governos, vamos entregar ao todo 4 mil casas, e este é o maior programa habitacional que já foi feito em Jaú, e a prefeitura vi arcar com parte da estrutura. Ainda temos um déficit de moradias, que estamos procurando reduzir com essas ações”, detalha. O sócio da Ecovita, Lourenço Ranieri, afirma que em 18 meses as obras serão entregues. “No caso dos condomínios, as construções já estão em andamento, e no Cidade Alta ainda vamos começar”, lembra.

Jcnet