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Audiência realizada em Bauru: quatro pedágios na região – Divulgação

O município de Bauru sediou audiência pública na segunda-feira, dia 11, realizada pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), para discutir a concessão de rodovias entre Piracicaba-Panorama. A SP-261, entre Bariri e Pederneiras, faz parte do pacote.
De acordo com a agência, na apresentação do projeto foram esclarecidas dúvidas sobre o lote e recebidas sugestões e contribuições, que serão analisadas para que o projeto possa ser adequado, conforme viabilidade.
As audiências são destinadas aos interessados na concorrência, representantes da sociedade civil e moradores das cidades no entorno do novo lote. A maior concessão rodoviária de São Paulo, conduzida pela Artesp, abrange 1.201 quilômetros de rodovias e estimativa de investimentos da ordem de R$ 9 bilhões, em 30 anos.
O lote contempla trechos das rodovias SP-191, SP-197, SP-225, SP-261, SP-284, SP-293, SP-294 SP-304, SP-308, SP-310, SP-331 e SP-425, atravessando 62 municípios das regiões de Piracicaba, Rio Claro, Jaú, Bauru, Marília, Assis e Panorama.
A região de Bauru deverá “ganhar” quatro novas praças de pedágio – duas na SP-294, a Bauru-Marília, e duas na SP-304, no trecho que vai de Jaú até São Pedro. Não há previsão da instalação de pedágio entre Bariri e Pederneiras.
O lote Piracicaba-Panorama é composto pela malha de 218 quilômetros atualmente operada pela concessionária Centrovias, do Grupo Arteris, cujo contrato vence este ano, além de 983 quilômetros operados pelo DER-SP que passarão a receber todas as modernizações do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo.
Entre as intervenções previstas estão duplicações, faixas adicionais, vias marginais e contornos urbanos, obras que melhoram a fluidez, o escoamento da produção regional e a segurança viária.
Também serão implantados acostamentos, novos acessos e retornos, recuperação de pavimento, passarelas e ciclovias. O projeto prevê, ainda, que a cada quatro anos sejam realizadas revisões que possam adequar novos investimentos nas pistas. Assim, poderão ser antecipados ou feitos novos investimentos, como duplicações e faixas adicionais de acordo com a avaliação de novas demandas.