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Em coletiva de imprensa, Doria disse que a medida foi tomada com base na queda no números de casos, internações e mortes por Covid-19 – Divulgação

O governo de São Paulo decidiu acabar com o regime de home office (teletrabalho) na administração pública, criado durante a pandemia do novo coronavírus. Os servidores das secretarias do estado, Procuradoria-Geral do Estado e autarquias estaduais deverão retornar ao trabalho presencial, exceto as pessoas enquadradas no grupo de risco para Covid-19 ou sob tratamento de doenças.

Até esta quarta-feira, 16,34% dos cidadãos de São Paulo haviam sido completamente vacinados. São 21,9 milhões de primeiras doses aplicadas, 6,7 milhões de segundas doses e 866 mil doses únicas (imunizante da Janssen). O estado tem cerca de 45 milhões de pessoas.

Segundo um comunicado interno do setor de Recursos Humanos, caberá a cada órgão “observar, para o retorno dos servidores, todas as medidas não farmacológicas de prevenção ao contágio da doença recomendadas pelo Centro de Contingência do Coronavírus”.

No tocante ao prazo de retorno dos servidores do grupo de risco vacinados, caberá aos órgãos setoriais de recursos humanos observarem as orientações constantes nas bulas das diferentes vacinas em relação à imunização, inclusive ao número de doses de vacina (esquema vacinal completo)”, diz o e-mail, enviado ao servidores em 8 de julho.

 

Máscara e álcool em gel mantidos

 

O governador João Doria (PSDB) declarou quarta-feira, em coletiva de imprensa no Instituto Butantan, que a medida foi tomada com base na queda no números de casos, internações e mortes por Covid-19 no estado.

Ele afirmou que o uso de álcool em gel e de máscara e medição de temperatura dos servidores ainda farão parte dos protocolos para volta do trabalho presencial.

Doria reafirmou a promessa de o governo SP vacinar toda a população com pelo menos uma dose até 20 de agosto.

 

Fonte: Jornal O Globo