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Volante Richarlyson concede entrevista à jornalista Danila Moura (Divulgação)

Disputando a Série A3 do Campeonato Paulista, o Noroeste, de Bauru, vê no volante Richarlyson uma aposta na experiência para conseguir o acesso à A2 do Paulistão.
Hoje com 36 anos de idade, o jogador destacou-se ao defender o São Paulo, conquistando três campeonatos brasileiros (2006 a 2008) e o Mundial de Clubes de 2005. Em 2008 chegou à Seleção Brasileira.
No domingo, dia 3, ele concedeu entrevista à jornalista Danila Moura, da Rádio Serena, de Bariri.
Richarlyson ficou sem atuar desde o primeiro semestre de 2018, quando defendeu as cores do Cianorte no Campeonato Paranaense.
Assinou com o Noroeste por influência do pai, Lela, que foi revelado pelo Norusca, onde se tornou ídolo antes de se transferir ao Coritiba, pelo qual se sagrou campeão brasileiro de 1985. Richarlyson nasceu em Bauru.
O volante comenta que a pressão é maior em clubes de maior porte. Mesmo em equipes menores há cobrança. No caso do Noroeste a luta é pelo acesso à A2.
Em 2014 o jogador havia anunciado sua aposentadoria após a derrota para o Flamengo, por 4 a 0. Na ocasião, Richarlyson se mostrou irritado com a arbitragem de Elmo Alves Resende da Cunha e alega que o episódio pesou em sua decisão.
No ano seguinte decidiu continuar a atuar nos gramados. Relata que recebeu mensagens de familiares e amigos para que não deixasse o futebol.
Richarlyson afirma que para alguém atingir seus objetivos profissionais precisa abrir mão de muitas coisas. “Às vezes portas parecem fechadas, mas só você pode abri-las”, destaca. “A base familiar e a estrutura escolar são importantes.”