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Equipe da prefeitura de Bariri apresentou na tarde de quarta-feira (2) problemas estruturais na Escola Municipal Professora Angela Maria Prearo Fortunato, situada no Jardim Iguatemy.
Estiveram na unidade de ensino o prefeito Abelardo Maurício Martins Simões Filho, diretores Stefani Edvirgem da Silva Borges (Educação), Jessé Prado Lyra (Obras), Irene Chagas Rangel (Gabinete) e Flávio Coletta (Desenvolvimento Econômico) e vereador Paulo Egídio Grigolin (PP).
Segundo Jessé, no ano passado a administração municipal verificou falhas recorrentes na estrutura do colégio, como laje e telhado cedendo, pisos soltando, refluxo de esgoto, problemas elétricos, cabo rompido do para-raios, entre outros.
Nas duas salas maiores da Escola Ângela foi observado comprometimento da laje do forro. Trilho não estava apoiado na parede e, além disso, foi usada uma corda para segurar a viga na tesoura (estrutura de madeira do telhado). De acordo com o diretor de Obras, a laje da sala 1 flambou (curvou) 8 centímetros, com risco de queda caso houvesse o rompimento da corda.
Diante disso, em agosto do ano passado a Diretoria Municipal de Educação interditou duas salas de aula onde havia risco de queda da laje, conforme perícias feitas pela Defesa Civil, perito judicial, engenheiro da prefeitura e engenheiro contratado pela administração municipal.

Licitação

Nessa semana tiveram início as obras para reforma estrutural corretiva das salas 1 e 4 da unidade de ensino.
A empresa Wellington Migliari Barboza Eireli – ME venceu licitação, com valor de R$ 146,4 mil. A previsão é que o serviço seja concluído em até 90 dias.
A Escola Ângela foi inaugurada no início de julho de 2015. A unidade foi projetada durante a gestão do então prefeito Benedito Senafonde Mazotti (PSDB).
Quando assumiu o cargo de prefeita, Deolinda Maria Antunes Marino se comprometeu a dar continuidade ao projeto.
A empresa responsável pela construção foi a MB Engenharia e Construções Ltda – EPP. O colégio foi construído com recursos próprios e foram investidos cerca de R$ 1,8 milhão. É preciso apurar se a “gambiarra” na laje foi feito durante a construção do prédio ou posteriormente.
Conforme matéria do Candeia à época, a escola tinha capacidade inicial para cerca de 300 alunos, podendo ser ampliada futuramente. As aulas tiveram início no segundo semestre de 2015, com remanejamento de alunos do 1º ano do ensino fundamental da Emei 5 – Profª Djanira Monteiro Moço.
A Escola Angela ocupa área de 1.575,35 m² e conta com seis salas de aula, quadra poliesportiva, biblioteca, sala de informática, laboratório, área administrativa com seis salas, banheiros, cozinha; refeitório coberto e depósitos.

Forro de uma das salas de aula da Escola Ângela: viga não estava apoiada e em outro ponto corda foi usada para segurar a viga na tesoura | Paulo Egídio Grigolin

Da Redação