Representantes de municípios banhados pelo Rio Tietê participaram de reunião em Bariri na terça-feira – Alcir Zago/Candeia
Em junho de 2016 o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) realizou em Bariri o 1º Encontro do Programa de Regionalização e Desenvolvimento do Turismo. O evento culminou com a formatação do Projeto Caminhos do Tietê.
Apesar de ser banhado pelo rio que corta praticamente todo o Estado de São Paulo, Bariri acabou virando as costas para essa iniciativa.
Enquanto isso, outros municípios da região deram sequência a reuniões com o intuito de estudar regionalmente formas de explorar o Tietê e fazer com que os turistas tenham opções nas cidades lindeiras.
Agora a cidade retoma os contatos com lideranças regionais. Na terça-feira, dia 26, Bariri sediou encontro do projeto com participação de representantes de Arealva, Barra Bonita, Dois Córregos, Iacanga, Ibitinga, Itapuí, Jaú e Mineiros do Tietê. O encontro ocorreu no Centro Educacional, Cultural e de Exposições Mário Fava.
O mediador do Senac Fernando Figueiredo destaca que Bariri tem como atrativos estar localizado no centro do Estado de São Paulo e dispor de opções para visitações (Lago Municipal, Igreja Matriz, Museu Mário Fava) e na área gastronômica.
Segundo ele, desde o lançamento do projeto foram desenvolvidos plano regional de turismo, pesquisa de demandas com turistas, criação de calendário de eventos, fóruns regionais e divulgação. “O trabalho precisa de muita divulgação e bastante empenho de todos, afirma Figueiredo. “O empresário precisa estar envolvido com o turismo, caso contrário, as ações não ocorrem.”
Cinco das cidades que fazem parte do Caminhos do Tietê foram contempladas com a chancela de Município de Interesse Turístico (MIT) e recebem recursos do governo estadual para investimentos nessa área. Os aportes são fundamentais para investimentos diante de orçamentos municipais limitados.
A diretora municipal de Desenvolvimento Econômico, Cristiane de Sousa Mogioni, diz que o município precisa contar com parcerias com a iniciativa privada. Segundo ela, uma das medidas necessárias é que Bariri tenha ancoradouro para que os barcos possam parar. Essa é a mesma realidade de outras cidades que fazem parte do projeto.

























