
A abertura ocorre sexta-feira (6), na sede da Quilombo. A partir de segunda-feira (9), a exposição Clementina: História e Ancestralidade migra para o auditório do Museu Mário Fava (Divulgação)
De 06 a 14 de novembro, a Associação Cultural Quilombo de Bariri realiza exposição cultural intitulada Clementina: História e Ancestralidade, que homenageia Clementina de Jesus e convida o público a conhecer sua trajetória e as memórias que sua voz carrega. O evento ocorre, inicialmente, na sede da Quilombo e, depois, migra para o Museu Mário Fava.
O projeto, que foi criado pela professora e atual presidente da Associação Quilombo de Bariri, Cleo Santos, e tem a colaboração do historiador Giovanni Franco Bonini, foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).
A abertura oficial da exposição ocorre nesta sexta-feira (06), na sede da Associação Quilombo, a partir das 19h, com a participação musical de José Caires, Mestre Vandeco e Jackson.
A partir de segunda-feira (9), a exposição Clementina: História e Ancestralidade segue sendo realizada no auditório do Museu Mário Fava, a partir das 14h.
No museu, a apresentação musical acontece somente na segunda-feira à tarde. Nos demais dias, o público poderá visitar a exposição. A programação é aberta a pessoas de todas as idades.
A exposição Clementina: História e Ancestralidade, lembra as raízes da cantora, conhecida como Quelé, sua ligação com a Capoeira, o pai era mestre de capoeira, e como isso influenciou seu canto.
Por outro lado, sua mãe, que foi lavadeira, trouxe a menina Clementina as cantigas de jongos, ladainhas e cantos de trabalho. Ao levar parte desse repertório aos palcos, Clementina deu projeção a tradições musicais preservadas por gerações de afrodescendentes no Brasil.
Neste mês da Consciência Negra, a exposição vai celebrar a história e a cultura do povo negro e o legado que atravessa gerações, a partir da trajetória de Clementina de Jesus.





















