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Novo governo questiona interesse público em reforma de hospital

15 jan, 2021

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Hospital São José: poucos serviços executados e discussão sobre interesse público da obra – Arquivo/Candeia

Alcir Zago

O prefeito Abelardo Maurício Martins Simões Filho (MDB) determinou a suspensão pelo período de 30 dias do contrato do município com a empresa Novaven Construções Ltda.

A firma foi a vencedora de licitação em 2020 para realizar obras de reforma e adaptação de parte do 1º andar do prédio do Hospital São José, conhecido como Elefante Verde e pertencente à Santa Casa de Bariri. O valor do contrato foi de R$ 641,7 mil, com recursos para prevenção e combate à pandemia do novo coronavírus.

A ideia era transferir o ambulatório da Covid-19 do Centro de Saúde para o hospital que nunca entrou em funcionamento.

O Executivo decidiu pela abertura de procedimento investigativo para analisar a execução do serviço e também verificar se há interesse público na continuidade da obra.

Em relação ao primeiro item, a administração municipal informa que pouco serviço havia sido feito até o início de janeiro.

Quanto ao interesse público da reforma, a Diretoria Municipal de Saúde irá apurar se é viável investir mais de R$ 640 mil no imóvel.

A obra teve início alguns dias antes das eleições municipais de 15 de novembro. Na época, o então prefeito Francisco Leoni Neto (PSDB) postou em sua página do Facebook “que a tão sonhada retomadas das obras no local era uma realidade, após décadas parado”.

Por meio do contrato de locação nº 8, de 2020, assinado em 22 de setembro de 2020, a prefeitura de Bariri locou parte da estrutura do hospital São José junto à Santa Casa pelo período de dois anos. O valor mensal do aluguel é de R$ 1,5 mil. É possível que o novo governo reveja também essa questão.

 

Críticas

 

Em dezembro de 2020, durante sessão legislativa, três vereadores questionaram as obras no hospital. Evandro Antonio Folieni (PP) e Vagner Mateus Ferreira (Cidadania) disseram que o imóvel não dispunha de Habite-se e que na escritura constava como área de terras sem benfeitorias.

Ferreira sugeriu ao próximo governo (de Abelardinho Simões) que paralisasse as obras de adaptação do primeiro andar do hospital e utilizasse o dinheiro para outra finalidade.

Armando Perazzelli (Podemos) disse na sessão que investir num prédio que não existe era passível de restituição ao erário. No entendimento do vereador, o prefeito deveria responder por isso na Justiça.

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