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Rodrigo Pereira Alves responde pelos crimes de estupro, latrocínio e ocultação de cadáver
Divulgação

 

A Justiça de Bariri realizou na terça-feira, dia 11, audiência de instrução e julgamento na forma telepresencial para o interrogatório de Rodrigo Pereira Alves, acusado dos crimes de estupro, latrocínio e ocultação de cadáver contra a estudante Mariana Forti Bazza em setembro do ano passado.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, a audiência ocorreu em sala virtual de audiência, com participação de membros do Judiciário, Ministério Público e defesa. Também foi ouvida uma testemunha.

Preso preventivamente, Alves foi detido no dia 25 de setembro de 2019 e meses depois passou por uma audiência de instrução em Bariri. Houve forte aparato policial para impedir que o réu fosse agredido.

Mariana desapareceu na manhã de 24 de setembro após sair de academia que frequentava, na Avenida José Jorge Resegue (Avenida do Lago).

Câmeras de segurança e uma foto tirada por ela de um homem que ofereceu ajuda para trocar um pneu furado levaram a polícia até Alves.

O veículo foi dirigido pela jovem a uma chácara em frente da academia, onde ele fazia bico como pintor.

Após fugir da polícia, o suspeito foi preso à noite em Itápolis. O carro da estudante, um VW de cor preta, estava naquela cidade.

Alves negou que tivesse praticado o crime, mas indicou o local onde o corpo de Mariana estava (distrito de Cambaratiba, que pertence ao município de Ibitinga).

As provas periciais foram concluídas e todas as testemunhas foram ouvidas. A partir de agora, acusação e defesa apresentarão alegações finais para que haja julgamento do caso.