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Reunião do Conselho Municipal de Saúde ocorreu na segunda-feira, dia 16
Alcir Zago/Candeia

A reunião do Conselho Municipal de Saúde, realizada na segunda-feira, dia 16, no auditório do Paço Municipal 16 de Junho, foi marcada por balanço das atividades da Saúde em 2019 e denúncia feita contra o Projeto Paz Recuperando Jovens.
A diretora Angélica Fanti Moço relatou que a falta de medicamentos se deve à escassez de recursos financeiros. Segundo ela, recentemente foi feita compra para abastecimento da Farmácia Central.
Outro ponto comentado pela Saúde é que houve diminuição de filas para consultas com médicos especialistas e cirurgias eletivas no ano.
Isso porque o Sistema Único de Saúde (SUS) firmou convênios para a redução das filas. No caso de Bariri, a parceria foi com hospital situado em São Pedro. De acordo com a diretoria, das 657 pessoas que aguardavam cirurgia, hoje a fila consta de 96 pessoas.
Angélica relatou que os maiores gargalos em Bariri e região estão nas especialidades de médico vascular e cirurgia ortopédica.
Em relação à carreta da oftalmologia, em 2019 foram feitos 360 atendimentos em Bariri por equipe da Unesp de Botucatu. Em 2020 devem ser reservadas mais duas datas para o município.
Um pedido feito na reunião é que os moradores verifiquem em casa medicamentos não utilizados e dentro do prazo de validade. Os remédios podem ser levados à Farmácia Central para que outras pessoas possam utilizá-los.

Fiscalização

Também na reunião do conselho foi protocolado ofício da Diretoria Municipal de Saúde relacionado à denúncia de dos ex-usuários do serviço do Projeto Paz Recuperando Jovens.
O presidente do conselho, Rodrigo Zanuto de Oliveira, disse que o órgão não tomaria nenhuma medida porque a denúncia não foi feita de modo formal e porque os denunciantes não se identificaram. O caso foi levado ao conselho porque o projeto recebe subvenção do poder público.
As denúncias apontavam para suposta má qualidade dos alimentos oferecidos e trabalho dos internos na construção de casa que seria utilizada pelo responsável pelo programa de recuperação.
No dia 14 de novembro deste ano uma comissão formada por funcionários da prefeitura visitou a sede do projeto, em Itapuí.
Lá, os servidores observaram alguns itens com data de validade vencida e falta de identificação da validade em outros produtos. Também foi constatado que o registro das fichas individuais dos usuários estava desatualizado.
Sobre a construção da casa, a informação é que no local será erguida a sede administrativa para o gestor da organização. No futuro, outra pessoa poderá utilizar o imóvel.
Com base no relatório, a prefeitura de Bariri estuda aplicar advertência aos responsáveis pelo projeto e que os problemas identificados sejam corrigidos.