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Da redação

O médico infectologista João Paulo Vasconcelos Poli, do Hospital São Francisco (Bauru) e Hospital São Lucas (Lins), orienta a população a adotar as medidas gerais de higiene e proteção à saúde recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como lavar as mãos frequentemente (ver box).

A orientação é importante diante do risco do coronavírus chegar ao Brasil – o Ministério da Saúde está investigando três casos suspeitos, um em São Leopoldo (RS), outro em Curitiba (PR) e um caso em Belo Horizonte (MG) e subiu o nível de alerta.

Poli integra os Sistema Hapvida e lembra que o coronavírus é semelhante ao vírus da gripe porque infecta animais, que transmitem o vírus ao ser humano. Em seguida, a infecção é de pessoa para pessoa por meio da secreção, tosse, ar e objetos contaminados. Por isso, medidas de higiene são tão importantes.

Os sintomas do coronavírus são febre, tosse e falta de ar e casos mais graves que evoluem para pneumonia, síndrome respiratória aguda grave ou insuficiência renal.

Em caso de suspeita e de histórico de viagem para os países afetados ou contato com pessoas oriundas desses países (China, Tailândia, Hong Kong, Macau, Austrália, Singapura, Taiwan, EUA, Japão, Malásia, Coreia do Sul, França, Vietnã, Camboja, Canadá, Alemanha, Nepal e Sri Lanka), Poli recomenda procurar um serviço de saúde o mais rápido possível.

Ainda não há um remédio para a doença, mas o profissional recomenda procurar rapidamente o sistema de saúde caso apareça os sintomas.

O infectologista lembra que, apesar da OMS não recomendar nenhuma medida de saúde específica para viagens para o exterior, além das medidas de proteção gerais, o Ministério da Saúde do Brasil desaconselha viagens à China neste momento.

Fonte: Lettera Comunicações

Box: Como se prevenir do coronavírus

  • Fortaleça sua imunidade, consuma muitas frutas e verduras e beba bastante líquido;
  • Lavar frequentemente as mãos usando álcool em gel ou água e sabão, especialmente após contato com pessoas doentes e antes de se alimentar;
  • Quando tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com as mãos ou lenços descartáveis;
  • Evitar o contato próximo com quem tiver febre e tosse;
  • Em caso de febre, tosse e dificuldade para respirar, buscar ajuda imediata e compartilhar o histórico de viagens com os profissionais de saúde;
  • Manter os ambientes ventilados;.

Médico infectologista João Paulo Poli, do Hospital São Francisco, orienta lavar as mãos com frequência e usar álcool em gel

Foto: Divulgação