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Pela quarta vez, a enfermeira vai prestar serviços na Santa Casa de Bariri; agora a missão é fortalecer e padronizar atendimentos e condutas – Divulgação

Esta semana, a Santa Casa de Bariri passou a ter em seu quadro a enfermeira Denise Sgavioli, que retorna para coordenar os serviços hospitalares. Na prática isto representa todas as ações de assistência ao paciente, desde o atendimento no pronto socorro até a alta hospitalar.

É a quarta vez que vai atuar na Santa Casa. A primeira vez foi no período de dezembro de 1989 a novembro 1995. Depois de fevereiro de 2013 a abril 2014. E, em 2017, retornou para contrato temporário, somente no pronto socorro.

Agora, diz que o prefeito Abelardo Maurício Martins Simões Filho solicitou sua atuação com o objetivo de fortalecer e padronizar atendimentos e condutas. “A ideia é poder oferecer qualidade e resolução dos problemas de saúde da comunidade”, afirma.

Ela comenta que pretende, juntamente com o pediatra Luís Gonzaga Gerlin, presidente do Conselho, e demais equipe gestora, buscar melhoria do atendimento ao paciente, o que inclui todas as áreas. “O atendimento hospitalar é complexo e envolve equipes multidisciplinares”, ressalta.

Denise diz que está consciente dos problemas que a Santa Casa enfrenta. “Acompanho na mídia e tenho os relatos da equipe gestora que agora se encontra a serviço do hospital”, destaca.

Sua proposta é, em curso prazo, encontrar qualidade no atendimento. Para isso é necessário cuidar da saúde da população e de toda a equipe envolvida no tratamento. “Precisamos ter em mente o cuidar de quem cuida”, pondera.

Ela lembra que quem presta serviços à saúde não pode estar doente. Isso, segundo ela se aplica as pessoas e toda parte física. “Precisamos estar saudáveis – física, moral e financeiramente – para que esse projeto de qualidade se realize de forma efetiva”, comenta.

 

Covid-19

 

Denise destaca que hoje não existe possibilidade de se pensar em saúde sem que se leve em conta o enfrentamento à pandemia de Covid-19. “O objetivo é diminuir as formas de contágio e efetivamente prestar serviço de qualidade na reabilitação da saúde da pessoa contaminada”, resume ela.

Defende que em âmbito hospital, é necessário seguir protocolos rigorosos de atendimentos. Isto, segundo ela, proporciona tratamento efetivo, segurança da equipe de profissionais, de familiares e da sociedade em geral.

Ressalta, no entanto, que também é preciso garantir atendimento seguro e continuo para outras patologias, uma vez que, infelizmente, as pessoas adoecem e necessitam de cuidado imediato e seguro.

Lembra que, quando se fala em Covid-19, a população tem responsabilidade efetiva no controle de contágio da doença, mantendo isolamento social; o uso de máscara e álcool gel; e imunização através de vacina, inclusive com a segunda dose.