
Professores vão poder ganhar até dois salários a mais por ano; pela nova regra, meta passa a levar em consideração o Ideb, índice nacional (Foto Divulgação)
O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) anunciou nesta segunda-feira (31/7) mudanças no cálculo do bônus dos professores da rede estadual de São Paulo.
A nova regra, que afeta cerca 215 mil profissionais, vale para o pagamento da bonificação em 2024, referente ao ano letivo de 2023.
O bônus vai ser calculado com base nos resultados do Indicador de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), índice nacional, e não mais com o do Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp), indicador estadual. O governo não detalhou como esse novo cálculo vai funcionar.
“Em São Paulo temos o Idesp, mas ele nos traz uma visão muito interna. Se queremos ter a melhor educação do Brasil precisamos nos comparar ao cenário nacional”, explicou Renato Feder, secretário da Educação.
Além da evolução no índice serão consideradas a frequência dos alunos entre agosto e novembro e a participação dos estudantes no SAEB.
De acordo com a Secretaria de Educação, cada escola receberá duas metas, chamadas de “ouro” e “diamante” que representam o pagamento de cerca de um ou dois salários, respectivamente.
Essas metas são individuais e levam em consideração o IDEB atual (2021) da unidade, condições estruturais (tamanho, se é parcial ou integral e os turnos de atendimento – diurno e noturno) e o perfil racial dos estudantes.
O atual sistema de bônus foi implementado na rede estadual em 2008 no governo de José Serra (PSDB). (Fonte: Metrópole)
























