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Editorial: Questão ambiental e econômica

28 jun, 2024

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“Em vez da coleta seletiva uma vez por semana (quartas-feiras), poderia ser feita de segunda-feira a sábado, por exemplo. Catadores reunidos em cooperativa ou associação ficariam encarregados do trabalho e teriam renda”

Seja por meio de matérias ou editoriais, o Candeia sempre dá destaque a problemas em Bariri que parecem não ter solução. Muitos deles passam pela gestão política para que saiam do papel.
Um deles é a questão do destino dado ao lixo doméstico e também resíduos da construção civil e de podas de árvores.
Recentemente, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) autuou a Prefeitura de Bariri com duas advertências e uma multa superior a R$ 21 mil por causa de irregularidades na área do transbordo, às margens da Rodovia SP-304, entre Bariri e Itaju. O local serve também para o recebimento de entulhos e galhos de árvores.
No passado, o terreno serviu como lixão, interditado em 2009 pela Cetesb. O prefeito à época, Benedito Mazotti, desapropiou área às margens da Rodovia Alfredo Sormani Júnior, entre Bariri e Bocaina. Ela mede 4,8 hectares e foi adquirida judicialmente pelo município em dezembro de 2010.
Passados mais de 13 anos, a operação do aterro ainda não teve início. Enquanto isso, o município gasta valores vultosos com três etapas relacionadas aos resíduos domésticos: coleta casa a casa; operação do transbordo e transporte; e destinação final do lixo.
A utilização dessa nova área traria impactos positivos dos pontos e vista ambiental e econômica.
Em vez da coleta seletiva uma vez por semana (quartas-feiras), poderia ser feita de segunda-feira a sábado, por exemplo. Catadores reunidos em cooperativa ou associação ficariam encarregados do trabalho e teriam renda.
A Prefeitura de Bariri iria economizar verbas públicas, deixando de arcar com custos com a operação do transbordo, transporte e destinação final. Focando mais adiante, o aterro poderia ser regional, recepcionando resíduos de cidades próximas.
Na área ambiental, a operação do aterro seria correta, seguindo a legislação mais atual, compreendendo abertura de células de aterramento com aplicação de manta geomembrana, captadores de controle de emissão de gases, sistema de captação de águas pluviais e lago de captação de chorume. Separando o lixo seco (plástico, metal, papel e vidro) e os compostos orgânicos para serem transformados em adubo, pouca coisa seria enterrada.
Como mencionado no início desse editorial, a solução passa pela gestão política. Que os candidatos a cargos públicos nas eleições deste ano coloquem esse tema como prioridade. Caso contrário, a área desapropriada irá completar 20 anos sem nunca ter sido utilizada.

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