
“Não se deve perder de vista que a prevenção ainda continua sendo o melhor remédio. Investir nela é mais salutar para os moradores do município e também para as finanças públicas”
Recentes publicações no Diário Oficial da União trouxeram boas notícias para Bariri na área da Saúde.
Apesar de ser um processo ainda no início, o município deverá ser contemplado com R$ 2,3 milhões de emendas parlamentares para gasto com custeio, ou seja, para despesas em geral na pasta.
O governo ainda espera o dinheiro cair na contra, mas as publicações das portarias num órgão oficial sinalizam para a chance real de efetivação das transferências dos recursos financeiros para a cidade.
O lado positivo é que o dinheiro extra permitirá o desenvolvimento de ações na área da Saúde, tão criticada no ano passado.
A possibilidade de ampliar exames, consultas, aquisição de medicamentos e manutenção dos serviços é, sem dúvida, um alívio para um sistema historicamente pressionado.
Em um cenário em que a demanda por serviços de saúde cresce de forma contínua — seja na atenção básica, seja na especializada — qualquer incremento de recursos representa uma oportunidade concreta de melhorar o atendimento à população.
O lado negativo é que os recursos são pontuais, isto é, não é possível fazer um planejamento em curto e médio prazo para a aplicação deles.
Nesse sentido, é fundamental manter os pés no chão. Os valores ainda não foram depositados, existindo um caminho burocrático a ser percorrido até que o dinheiro esteja efetivamente disponível. Entre o anúncio e a aplicação prática, há etapas que exigem planejamento, organização e rigor técnico.
Poucas semanas atrás, o Candeia tratou em matérias e em editoriais a respeito de outras questões envolvendo a Saúde: informatização plena do setor; e contratação de médicos especialistas.
A possibilidade real da transferência dos recursos por meio de emendas é mais uma notícia a ser comemorada, mas não se deve perder de vista que a prevenção ainda continua sendo o melhor remédio. Investir nela é mais salutar para os moradores do município e também para as finanças públicas.
























