
Locais como as entradas e saídas da cidade deverão estar separados de unidades de ensino nos objetos das licitações (Divulgação)
A Prefeitura de Bariri revogou licitação para a contratação de empresa especializada na prestação de serviços contínuos de monitoramento eletrônico e segurança patrimonial.
A disputa seria realizada na modalidade pregão eletrônico, do tipo menor preço global.
Ao todo estavam previstos 30 pontos, sendo 12 unidades de ensino (seis creches e seis Emeis) e 18 pontos espalhados pela área urbana de Bariri, alguns deles já com equipamentos instalados.
De acordo com o prefeito Airton Luis Pegoraro (Avante), o intuito é realizar análise do termo de referência, fazer os ajustes necessários e republicar o edital de licitação.
O maior problema é que o pregão aglutinou num mesmo objeto três tipos de monitoramentos distintos.
A ideia é separar os eixos entre monitoramento rural, monitoramento em área urbana e monitoramento em creches e Emeis.
Nos dois primeiros casos o intuito é linkar os equipamentos no Muralha Paulista, programa do governo estadual que faz o monitoramento que integra bancos de dados estaduais, inteligência artificial e câmeras de segurança (públicas, privadas e de rodovias) em uma única plataforma.
Airton informa que está mantida a proposta de utilizar a tecnologia na prevenção e elucidação de eventuais delitos. Até porque o município assinou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público (MP).
Pelo edital agora revogado, o objeto da contratação compreendia a prestação de serviços remotos de vigilância eletrônica, monitoramento e gerenciamento de imagens do sistema de CFTV (Circuito Fechado de Televisão), incluindo a instalação, disponibilização, operação e manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos, fornecidos em regime de comodato.





















