
Construção de sala para atendimento médico e vacinação consta no projeto: nova licitação para conclusão do serviço (Alcir Zago/Candeia)
A Prefeitura de Bariri rescindiu de forma unilateral contrato que mantinha com a empresa Wellington Migliari Barbosa Eireli-ME.
A firma havia vencido licitação no valor de R$ 647 mil para reforma e ampliação do Centro de Saúde Dr. Constantino Galízia (R$ 500 mil do Estado e a diferença dos cofres municipais).
O governo municipal pretende aplicar as penalidades previstas no contrato, com base na Lei Federal nº 8.666, de 1993, garantindo prévia defesa no prazo de cinco dias úteis.
A homologação do pregão ocorreu em agosto de 2022. Ou seja, passou mais de um ano e ainda não foi concluída a obra.
A ampliação contemplava a construção de prédio de 225 metros quadrados (m²), com salas para atendimento médico e vacinação. Também estava previsto atendimento de fisioterapia.
De acordo com o diretor municipal de Obras e Meio Ambiente, Márcio Nascimento, nos últimos meses a empresa começou a atrasar o andamento do serviço. Houve várias tentativas de conversa com o responsável, no entanto, ele teria ficado incomunicável. Diante disso, o Executivo decidiu rescindir o contrato.
Nascimento garante que os pagamentos foram feitos, sempre após as medições dos serviços realizados. Conta que foi ignorado inclusive o pedido da administração municipal para a realização de aditivo no contrato, oportunidade em que a empresa teria mais prazo para concluir o serviço.
O diretor diz que agora irá checar as planilhas para verificar o que falta ser realizado. O próximo passo é a publicação de edital de licitação para a conclusão do trabalho. Faltam ser realizadas as partes elétrica e acabamento, como piso, portas e janelas. Nascimento estima que no prazo de três meses é possível finalizar o serviço.
























