
A causa de Madre Leônia — considerada a Padroeira da Vida no Trânsito – mobiliza a Igreja na busca e na comprovação de graças alcançadas (Divulgação)
As irmãs claretianas que atuam em Bariri acompanham com devoção o processo de beatificação e canonização de Madre Leônia Milito, fundadora da Congregação das Missionárias de Santo Antônio Maria Claret, também chamadas de Missionárias Claretianas.
Elas relatam momento de alegria com a conclusão da ‘Positio’, que é uma espécie de dossiê detalhado com mais de 40 volumes, contendo a biografia documentada, escritos e depoimentos da fundadora das Missionárias Claretianas.
O material agora é analisado por teólogos e cardeais, no ‘Dicastério para as Causas dos Santos’. Esse órgão da Cúria Romana é encarregado de conduzir o complexo processo que leva à beatificação e canonização de fiéis católicos. Ele investiga virtudes heroicas, martírios e milagres.
Ou seja, após a aprovação da ‘Positio’, o próximo passo é o ‘Reconhecimento das Virtudes Heroicas’, quando o Papa a declara “Venerável”.
Para a beatificação é necessário a ‘aprovação de milagre’. A Igreja exige o reconhecimento de um milagre ocorrido por intercessão de Madre Leônia. Somente após isso, ela é beatificada.
Por fim vem a ‘Canonização’. Para se tornar santa, é obrigatória a avaliação de um segundo milagre aprovado pelo Colégio Cardinalício e pelo Papa.
Há 46 anos
Madre Leônia, fundadora das Missionárias Claretianas e da Creche Madre Leônia, faleceu em 22 de julho de 1980, vítima de acidente automobilístico, entre as cidades de Cambé e Londrina, no estado do Paraná. Segundo as irmãs, no local foi construída uma Capela de Nossa Senhora do Caminho.
A causa de Madre Leônia — considerada a Padroeira da Vida no Trânsito na região de Londrina e sepultada no Santuário Eucarístico Mariano — mobiliza a Igreja na busca e na comprovação de graças alcançadas.
“Rendamos graças a Deus pela vida de Madre Leônia e supliquemos ao Senhor que seu Amor se manifeste, confirmando o caminho de Santidade Missionária percorrido por Madre Leônia”, finalizam as irmãs locais.





















