
José Carlos Magdalena chegou a classificar a religião como demoníaca (Divulgação)
O jornalista José Carlos Magdalena protagonizou uma polêmica nesta terça-feira (7) ao fazer declarações ofensivas contra a Bíblia e a religião cristã durante um programa ao vivo da rádio EP FM, de Araraquara.
Durante a transmissão, Magdalena criticou a fé cristã e questionou a validade do texto bíblico, utilizando termos considerados agressivos ao se referir tanto à religião quanto ao livro sagrado. As falas ocorreram enquanto ele comentava a mensagem de um ouvinte que defendia a união entre homem e mulher.
Em meio ao debate, o jornalista afirmou que a Bíblia seria um “livrinho idiota” e classificou a religião como “demoníaca”, além de dizer que ela deveria ser “banida” do meio social. Em outro momento, voltou a atacar o conteúdo bíblico, afirmando que seria composto por “criações” e “acréscimos” ao longo do tempo.
Durante o programa, um dos apresentadores presentes discordou das declarações e alertou Magdalena sobre o risco de configurar crime de intolerância religiosa. Apesar do aviso, o jornalista manteve o tom das críticas e repetiu as ofensas.
O caso repercutiu nas redes sociais e pode ter desdobramentos legais, uma vez que a legislação brasileira prevê punições para práticas de discriminação ou preconceito contra religiões.
Repúdio
A Diocese de São Carlos divulgou uma nota de repúdio manifestando indignação diante de declarações consideradas ofensivas à fé cristã e às instituições religiosas. No documento, a Diocese ressalta que tais posicionamentos desrespeitam valores fundamentais promovidos pelas religiões, como a justiça, a fraternidade e a paz.
A nota também destaca a importância do respeito mútuo e da convivência harmoniosa entre diferentes crenças e opiniões, reforçando o papel das religiões na construção de uma sociedade mais ética e solidária. Além disso, a Diocese reafirma seu compromisso com a defesa da dignidade humana e com a promoção do diálogo.
Por fim, a instituição se solidariza com os fiéis e reforça a necessidade de responsabilidade nas manifestações públicas, especialmente quando envolvem temas religiosos, pedindo respeito à fé e aos valores cristãos. (Fontes: Folha do Estado e Diocese de São Carlos)
























