Serviço de desassoreamento perto da rodoviária feito em dezembro de 2015: mesma obra deve ser feita em breve – Divulgação
As chuvas mais fortes costumam causar problemas em alguns locais de Bariri. Foi assim na noite de sábado, 6.
Nas proximidades da rodoviária e perto da rotatória da Avenida Perimetral Domingos Antonio Fortunato (Via Expressa Sul) a água alagou algumas vias. Motoristas precisaram tomar cuidado para transitar pelas ruas.
De acordo com o diretor municipal de Infraestrutura, Ricardo Maccorin, a administração municipal pretende desassorear o Córrego Ribeirão do Sapé, entre a rodoviária e a gruta de Santo Expedito.
No momento, a prefeitura aguarda a licença ambiental para a intervenção no curso d’água. Enquanto isso, faz licitação para verificar o menor preço para o uso de máquina no local.
Em dezembro de 2015 o Executivo promoveu ação emergencial no mesmo trecho. Além da ação de desassoreamento, foram realizados serviços de limpeza, alargamento da calha (margens) e retirada de dejetos do fundo do córrego, com o objetivo de melhorar o escoamento da água. O objetivo foi evitar alagamentos na avenida, onde existe um grande fluxo de veículos diariamente.
Em relação aos alagamentos na Via Expressa Sul, Maccorin diz que é preciso construir rede de galerias de água pluvial. Segundo ele, a área perto da rotatória recebe muita água de chuva de loteamentos próximos, construídos sem rede de galerias.
Maccorin estima que o custo da obra é de R$ 500 mil. A prefeitura busca verbas junto aos governos estadual e federal para essa obra.
Custo alto
Em janeiro de 2017 a empresa Kadima Engenharia Ltda. apresentou a conclusão do Projeto de Recuperação e Renaturalização dos Córregos Sapé, Godinho e Ribeirão do Sapé em seus trechos urbanos, conforme contrato de licitação realizada no ano de 2015, no valor de R$ 83,3 mil com recursos financeiros provenientes do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).
O projeto contempla o controle, a prevenção e o combate dos processos erosivos que provocam o assoreamento dos cursos de água nos trechos urbanos, tendo em vista as más condições dos córregos, que em partes não têm seu leito definido.
Essa situação, somada à alta sensibilidade do solo local a processos erosivos e a falta de mata ciliar em alguns pontos, provocam uma situação de degradação, de pequena à média dimensão.
Na época, o custo total da implementação do projeto era de R$ 14,6 milhões. A Kadima Engenharia ressaltou na ocasião que umas das prioridades era a canalização do Córrego Ribeirão do Sapé, próximo à rodoviária.

























