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Estudante foi morta após sair da academia e aceitar ajuda para trocar pneu do carro

Inquérito instaurado pela Delegacia de Bariri apura a morte de Mariana – Vinicius Bomfim

A Polícia Civil de Bariri tem até quinta (3) para relatar o inquérito policial instaurado para apurar a morte da universitária Mariana Forti Bazza, 19 anos. O pintor Rodrigo Pereira Alves, 33 anos, que indicou à polícia onde o corpo estava foi preso, mas nega que tenha matado.

O delegado Marcílio César Frederici de Mello revelou segunda-feira, 1º, que, pelo fato de o investigado estar preso, o prazo para conclusão do inquérito é de dez dias a partir da data da prisão. Segundo ele, por ordem judicial, os trabalhos seguem sob sigilo.

A reportagem apurou que, até ontem, segunda, o resultado da necrópsia feita pelo Instituto Médico Legal (IML) não havia sido divulgado. De acordo com o delegado, como o processo é digital, o inquérito pode ser relatado e o laudo anexado posteriormente.

Mariana desapareceu na manhã do último dia 24, quando saiu de uma academia, aceitou a ajuda de Rodrigo para trocar um pneu murcho e o seguiu até uma chácara do outro lado da rua. O carro dela foi encontrado em Itápolis, onde o pintor foi preso à noite.

O corpo da estudante foi localizado pela polícia na manhã seguinte, por indicação do suspeito, num canavial em distrito de Ibitinga. Ela estava amordaçada, com os olhos vendados, e tinha uma faixa enrolada no pescoço.

O laudo do IML deve indicar a causa da morte e se a jovem foi vítima de violência sexual.

Jcnet