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Centro de Atenção Psicossocial (Caps) dá atendimento a adolescente e familiares – Arquivo/Candeia

A família de adolescente de 12 anos, residente no Núcleo Habitacional 1, em Bariri, entrou em contato com a reportagem do Candeia pedindo tratamento para ele e encaminhamento futuro a alguma instituição como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). O semanário não menciona nomes e endereço com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A avó conta que o adolescente frequentou a Apae e escola municipal, no entanto, deixou de ir ao colégio porque constantemente agredia outros alunos.

Em casa, a própria avó é vítima de agressões físicas. Segundo ela, o adolescente costuma andar por horas na rua e pedir dinheiro para comprar doce. Constantemente envolve-se em brigas na rua. A mãe dele é viciada em entorpecentes.

Diz que procurou unidades como o Centro de Atenção Psicossocial (Caps), mas há negativas para que seja internado e tratado. “Eu só peço que ele receba tratamento e possa ir na Apae”, relata a avó.

Ação Social

A diretora municipal de Ação Social, Suzane Gabia Dinis Albranti, diz que a família, que vive em situação extrema de vulnerabilidade social, é atendida pela Assistência Social por meio dos serviços socioassistenciais de Proteção Social Especial em relação ao acompanhamento familiar, com atendimento individuais e visitas domiciliares. O objetivo é contribuir com o fortalecimento da família no desempenho de sua função protetiva.

Quanto às questões de saúde mental, Suzane conta que o adolescente e sua família são atendidos pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps), unidade ligada à área de saúde.

“Até o presente momento não há indicação médica para internação, sendo este um desejo da família e não um diagnóstico psiquiátrico”, ressalta a diretora.