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Conseg debate implementação de Coalizão Comunitária Antidrogas em Bariri – Alcir Zago/Candeia

Alcir Zago

O perito criminal da Polícia Técnico-Cientítica Paulo Fernando Crepaldi esteve na reunião de terça-feira, dia 12, do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) de Bariri para apresentar o projeto Coalizão Comunitária Antidrogas.
Trata-se de uma iniciativa dos integrantes da sociedade civil organizada para transformar suas comunidades em um espaço seguro, saudável e livre de drogas, com foco na prevenção ao uso de drogas.
A CADCA (Coalizões Comunitárias Antidrogas da América) é uma organização não governamental (ONG) internacional com sede nos Estados Unidos. Existe desde 1992 e conta com cerca de cinco mil coalizões distribuídas por todos os estados americanos e em mais 18 países.
Segundo Crepaldi, Itaju recebeu projeto semelhante. A ação teve o envolvimento das áreas de educação, saúde e assistência social.
No encontro desta semana estiveram presentes as diretoras Ana Fabíola Camargo Fanton Rodrigues (Educação) e Debora Cristina Machado Cornélio (Ação Social), que se mostraram receptivas ao projeto.
A ideia é abranger 12 setores da sociedade civil, oferecendo capacitação para que as pessoas que aderirem atuem como multiplicadores. Crepaldi destaca que é preciso observar as realidades local e regional.
O público-alvo são adolescentes e jovens com idade entre 11 e 17 anos. Diz que o uso abusivo de bebidas alcoólicas e de drogas consideradas menos pesadas, como a maconha, é um grande problema atualmente, mesmo em municípios de menor porte.
O conselho de segurança deve discutir novamente o tema nas próximas reuniões, com possibilidade de implementação da proposta a partir de 2020.

Vigilância noturna

Outra questão tratada no Conseg diz respeito ao serviço de vigilância noturna. Um prestador de serviço que atua na cidade registrou boletim de ocorrência por eventual ameaça.
O vigilante esteve na reunião do conselho e comentou que estaria sendo ameaçado por pessoas de outras cidades que também prestam serviço no município.
O tenente da Polícia Militar (PM) Luiz Alberto de Oliveira Júnior orientou o vigilante a ligar para o telefone 190 caso se sinta ameaçado. À população em geral o tenente diz que ninguém é obrigado a pagar mensalidade para serviços de vigilância noturna.